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Paraná e Ministério da Infraestrutura definem modelo de concessão de pedágio

Nova concessão de estradas abrange 3.372,8 quilômetros de rodovias, que estarão divididos em seis lotes, com um investimento previsto de R$ 43,4 bilhões

Giselle
Giselle Ulbrich
Paraná e Ministério da Infraestrutura definem modelo de concessão de pedágio
(Foto: Arquivo/ANPr)

3 de agosto de 2021 - 19:42 - Atualizado em 4 de agosto de 2021 - 07:40

Ministério da Infraestrutura e Governo do Paraná chegaram a um consenso em relação ao modelo de concessão de rodovias que serão implantados do Estado pelos próximos 30 anos. A medida foi anunciada pelo Ministério, no início da noite desta terça-feira (03).

Diversos setores da sociedade e do setor produtivo vêm há meses discutindo o assunto, que foi levado à Brasília no semestre passado.

No total, o projeto abrange 3.372,8 quilômetros de rodovias, que estarão divididos em seis lotes, com um investimento previsto de R$ 43,4 bilhões por parte da iniciativa privada para a ampliação de pistas, com a duplicação de mais de 1,7 mil quilômetros, entre outras melhorias.

Modelo escolhido

De acordo com o secretário de Infraestrutura e Logística do Paraná, Sandro Alex, o governo Federal e o governo do Paraná entraram em consenso em relação ao novo leilão de concessão de rodovias paranaenses. Segundo o secretário, a escolha representa a vontade da população paranaense, que é o modelo de menor tarifa.

“Ganhará o leilão a empresa que der a menor tarifa, o maior desconto, e que haja uma garantia que estas obras aconteçam desde o início do contrato. Também sem qualquer tipo de outorga, ou pagamento de imposto dado ao governo. Nós buscamos na última semana o equilíbrio entre a menor tarifa e a garantia que se dará ao usuário. O recurso ficará aportado para que o próprio usuário defina no futuro reduzir ainda mais esta tarifa”,

comentou Sandro Alex.

O secretário ainda ressaltou que a escolha encerrará a cobrança de “tarifas absurdas”. “É isso que o governo estará apresentando para a sociedade, com a certeza que nós viraremos a página de tarifas absurdas e da não realização de obras como no passado do Paraná”, finalizou.