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Papa Francisco manda carta a pai e avó do menino Henry

O pontífice prestou solidariedade pela morte de Henry Borel e pediu para que pai e avó do menino “não se deixem contaminar pelo ódio”

Redação RIC Mais
Redação RIC Mais com informações de CNN Brasil
Papa Francisco manda carta a pai e avó do menino Henry
(Foto: Reprodução/Redes sociais)

18 de maio de 2021 - 14:55 - Atualizado em 18 de maio de 2021 - 14:55

Segundo a CNN Brasil, pai do menino Henry, Leniel Borel, recebeu uma carta assinada pelo assessor para Assuntos Gerais da Secretaria do Vaticano, Monsenhor Luigi Roberto Cona, em nome do Papa Francisco. No documento, o pontífice presta solidariedade pela morte de Henry Borel e pede para que pai e avó do menino “não se deixem contaminar pelo ódio”.

“É quase um milagre que uma pessoa ferida, como o Leniel e a senhora Noeme possa encontrar a coragem de recusar ter ódio e o afastar do seu coração; mas é um milagre que lhe permite viver em paz e ajudar a salvar o mundo de si mesmo”,

diz outro trecho da carta.

Uma amiga da família, que vive há dez anos na Europa, enviou uma correspondência ao Vaticano, contando do ocorrido. No dia 24 de abril, a Secretaria do Vaticano respondeu à amiga, que enviou a carta ao pai do menino.

(Foto: Divulgação)

Em seu perfil pessoal do Instagram, Leniel se manifestou afirmando que ele e sua família ficaram muito gratos por receber a Benção Apostólica do Papa Francisco.

“No momento mais difícil de nossas vidas, as palavras de amor e solidariedade transmitidas pelo Papa Francisco nos fortalecem na fé e nos apoiam ainda mais a sermos imitadores de Cristo. A carta que recebemos só ratifica que estamos no caminho certo de se opor ao sentimento de vingança, ódio e indiferença, não nos indignando de forma alguma para fazer o mal. Henry com certeza está feliz que não estamos nos vencendo pelo mal, mas vencendo o mal com o bem”

publicou o pai do menino em sua rede social.

Henry morreu no dia 8 de março e os suspeitos da morte, o vereador Jairinho e a mãe, Monique Medeiros respondem pelo crime de homicídio triplamente qualificado. Os dois cumprem prisão preventiva, após serem denunciados pelo Ministério Público do Rio de Janeiro. A defesa de Monique e Jairinho alegam ter sido acidente.

(Foto: Reprodução/Redes sociais)

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