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O poder da vacinação: substâncias que salvam vidas

Redação RIC Mais
Redação RIC Mais

28 de novembro de 2018 - 00:00 - Atualizado em 28 de novembro de 2018 - 00:00

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Manter a caderneta em dia de crianças, adolescentes, adultos, idosos e gestantes é um compromisso social

Gestantes e mulheres que pretendem engravidar devem redobrar o compromisso com as suas vacinas. Produzidas de maneira diferente para evitar riscos ao desenvolvimento do bebê, estão disponíveis na rede de saúde o ano inteiro. Três vacinas são importantes na gestação: contra hepatite B, Dupla Adulto (DT) e DTPA (difteria, tétano e coqueluche). No caso da hepatite B e A Dupla, a imunização inclui três doses de cada vacina e leva em conta a situação vacinal da mulher. Já a DTPA é aplicada a cada gravidez, a partir da 20ª semana de gestação. Antes de engravidar, a mulher deve estar com a sua caderneta de vacinação em dia.

Vacinas são direito das crianças e deveres dos pais ou responsáveis

A imunização é um direito das crianças e, por isso, é também um dever dos pais ou responsáveis, que precisam seguir o calendário nacional de vacinação. Seu descumprimento pode indicar violação de dever inerente ao poder familiar – ou seja, em casos extremos, resulta na perda da guarda. Além disso, existe a possibilidade de responsabilização criminal do pai ou responsável, já que, como já falamos aqui, a vacinação é estratégia nacional de saúde pública de controle das doenças imunopreveníveis e afeta toda a população. A escola também pode ter um papel importante, promovendo campanhas de conscientização e cobrando a apresentação da carteira de vacinação atualizada. Pais ou responsáveis por menores de 18 anos devem fornecer a Declaração de Vacinação, documento emitido por profissional de saúde e obrigatório nas redes de ensino pública e privada.

Para ficar em dia com as suas vacinas e as da sua família, acompanhe o calendário nacional de vacinação  AQUI.

Se você tem dúvidas sobre a vacinação, procure uma Unidade de Saúde perto da sua casa. Orientações corretas e de fontes seguras são o antídoto contra o surto de desinformação.

*Segundo Informe publicado pelo Ministério da Saúde em 23 de novembro, além dos surtos de sarampo nos estados do Amazonas e Roraima, também confirmaram casos da doença Rio Grande do Sul (45), Pará (26), Rio de Janeiro (19) Pernambuco e Sergipe (4), São Paulo (3), Rondônia (2) e Distrito Federal (1), totalizando 9.898 casos confirmados de sarampo no Brasil. Conforme a Sesa, desde 2000 não há registro de casos da doença no Paraná.

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