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Novo namorado é o principal suspeito de assassinar mulher a pedradas em Maringá

O casal havia iniciado o relacionamento há pouco tempo; horas antes do crime, o suspeito chegou a ser apresentado ao pai da vítima

Caroline
Caroline Berticelli / Editora com reportagem de Adriana Cardoso da RIC Record TV, Maringá
Novo namorado é o principal suspeito de assassinar mulher a pedradas em Maringá
Foto: Reprodução/RIC Record TV

20 de abril de 2020 - 00:00 - Atualizado em 1 de julho de 2020 - 16:10

O principal suspeito de ter assassinado Priscila Lamman, de 40 anos, a pedradas em Maringá, no noroeste do Paraná, na madrugada deste domingo (19) é o próprio namorado da vítima.

Segundo a investigação, na noite de sábado (18), ela e o namorado jantaram na casa do pai de Priscila para que sogro e genro se conhecessem, pois o relacionamento era recente. Lá, o casal acabou iniciando uma discussão por ciúmes e foi embora por volta da uma hora da manhã.

“Eles jantaram, meu pai, a esposa dele, a Priscila e esse cara. E daí, era uma hora da manhã, eles meio que discutiram, acho que ele viu alguma coisa no celular dela. Enfim, a Priscila era solteira e, provavelmente, início de relacionamento, a pessoa tem um relacionamento ou outro antigo”, conta Janaina Lamann Dias, irmã da vítima. 

Pouco tempo depois, aproximadamente às 2h30, Priscila foi encontrada morta pela Polícia Militar em uma rua afastada do Jardim Paulista II.

O que se sabe, até o momento, é que um ciclista passava pelo local quando viu um homem parado ao lado do carro da mulher, ele ofereceu ajuda, mas o suspeito recusou e disse que o veículo estava quebrado. No entanto, a testemunha desconfiou da atitude e percebeu uma lona com sangue cobrindo algo no chão, por isso, decidiu ligar para a PM. 

Abalada, Janaina diz que deseja lembrar da irmã como a pessoa alegre e amorosa que ela era, mas a forma como foi brutalizada pelo assassino, não sai de sua memória.  

“A imagem que eu vi hoje, lá no IML, eu não sei o que eu vou fazer com ela. É cena de filme de terror. Esse bacanão estragou a nossa família e estragou o futuro de uma menina de 15 anos”, desabafa Janaina. 

Priscila estava seminua, com sem a parte da superior da roupa, e com o rosto  completamente desfigurado. A pedra usada para matá-la foi localizada coberta de sangue, próxima ao corpo. 

O suspeito é investigado pela Polícia Civil.