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Criança vende suco para ajudar no combate ao coronavírus

Após o sucesso das vendas, Marina contou que Enzo pediu que o valor arrecadado fosse doado pessoalmente no hospital

Renata
Renata Nicolli Nasrala / Editora com informações do Só Notícia Boa
Criança vende suco para ajudar no combate ao coronavírus
Foto: reprodução do Facebook

8 de agosto de 2020 - 16:21 - Atualizado em 8 de agosto de 2020 - 16:21

Pequeno, mas com um coração grandioso o suficiente para perceber aos 6 anos que o mundo precisa que cada um faça a sua parte. Essa é a história de Enzo Tapetti, uma criança que decidiu vender suco para ajudar no combate ao coronavírus em Arthur Nogueira, na região de Campinas, em São Paulo, onde mora coma família.

Cheio de disposição, Marina Tappeti, mãe de Enzo, contou que a ideia partiu do filho logo depois de ver na televisão que os pacientes em tratamento para o coronavírus precisavam de respiradores.

Criança vende suco para ajudar no combate ao coronavírus: veja o vídeo emocionante

Em entrevista ao Só Notícia Boa, Marina contou que Enzou doou R$ 100 ao Hospital Bom Samaritano para ajudar no combate ao coronavírus.

“Ele doou 100 reais. Uma parte conseguiu com a venda dos sucos, a outra a gente complementou chamando os amiguinhos dele e doando dinheiro para eles pagarem o suco”.

Com a alma empreendedora e criativa, Enzo montou seu negócio com um cartaz, uma mesa e uma cadeira em frente a casa da família.

De máscara e avental, os sucos de Enzo podiam ser comprados no período da tarde sempre após as atividades escolares.

“Oi galera, então, hoje eu to aqui fazendo suco pra eu começar a ajudar os médicos né, porque (…). Aliás to vendendo a R$ 2 o suco de laranja né, pra ajudar a todos os médicos”, disse o mini empresário em um vídeo nas redes.

Após o sucesso das vendas, Marina contou que Enzo pediu que o valor arrecadado fosse doado pessoalmente no hospital, que o recebeu com uma bela recepção cheia de carinho.

“Eu quero agradecer a mãe do Enzo, agradecê-lo também, o menino é muito querido. A gente nota que ele tem o espírito de dar-se. Convidei-o [para] que faça medicina e ele ficou feliz… “futuramente venha trabalhar no Hospital Bom Samaritano, como médico”, disse.