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Justiça nega pedido para que Allana Brittes volte para prisão

Segundo a Justiça, a ré por envolvimento com o assassinato do jogador Daniel Côrrea Freitas não descumpriu as medidas cautelares impostas para que possa permanecer em liberdade

Caroline
Caroline Berticelli / Editora

18 de dezembro de 2019 - 00:00 - Atualizado em 1 de julho de 2020 - 15:03

Assim como o Ministério Público do Paraná (MP-PR) já havia se posicionado, a juíza Luciani Regina Martins de Paula negou o pedido de que Allana Brittes, de 19 anos, volte para a prisão. Segundo a decisão, a ré do caso Daniel não descumpriu as medidas cautelares, impostas pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), para que pudesse responder ao processo em liberdade.

No documento, enviado para a 1ª Vara Criminal de São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba, nesta terça-feira (17), o promotor Marco Aurélio Oliveira São Leão pontuou: “Em cuidadosa análise do pedido, verifica-se, pelo momento, que não restou comprovado que a ré Allana Emilly Brittes descumpriu ou está descumprindo as medidas cautelares que lhe foram impostas

Pedido para que Allana Brittes 

A solicitação para que Allana voltasse a prisão foi feita pelo advogado Nilton Ribeiro, representante da família do jogador Daniel Côrrea Freitas e assistente de acusação do processo.

Nilton alegou que a jovem estava ignorado as proibições de frequentar bares e se ausentar da Grande Curitiba. Como prova, o advogado anexou ao pedido fotografias postadas por Allana em sua rede social. As quais, conforme análise do MP-PR, foram postadas antes do assassinato do atleta

Entenda acusação contra Allana Brittes

Allana é filha de Edison Brittes, empresário que confessou ter assassinado o jogador  Daniel e de Cristiana Brittes, pivô da confusão que antecedeu o crime.

Ela foi acusada, pelo Ministério Público do Paraná (MP-PR), por coação no curso do processo, fraude processual e corrupção de menor e atualmente aguarda o julgamento.

Em agosto de 2019, Allana Brittes foi a primeira entre os réus a receber o direito de responder pelo crime em liberdade. Em setembro, foi a vez de sua mãe e, em outubro, Eduardo Henrique Ribeiro da Silva, Ygor King e David Willian Vollero também obtiveram a autorização para permanecer em liberdade até o julgamento. Apenas Edison Brittes permanece preso.

*Com informações da equipe de reportagem da RIC Record TV

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