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Guilherme Becker / Editor

13 de setembro de 2019 - 00:00

Atualizado em 13 de setembro de 2019 - 00:00

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‘Morto’ retorna após quatro meses e mãe quase infarta

Mulher havia reconhecido o corpo e chegou a realizar uma cerimônia de cremação

‘Morto’ retorna após quatro meses e mãe quase infarta
Morto, que estava vivo, contou que estava precisando de um tempo para pensar na vida (FOTO: REPRODUÇÃO/ THE SUN)

Uma família passou por uma situação inusitada na Rússia. Em março, uma mulher de 62 anos reconheceu o corpo do filho, em um necrotério, após o homem desaparecer por seis dias. A mãe então organizou a despedida para Konstantin Mikhailov e chegou a realizar uma cerimônia, onde o corpo foi cremado. Entretanto, quatro meses depois o filho retornou para casa e quase infartou a mãe.

O susto ao abrir a porta e encontrar o filho foi tão grande que a história quase teve um novo final trágico. A mulher sentiu fortes dores na região do peito e precisou de atendimento.

Mãe reconhece corpo de filho morto, mas…

A idosa Antonina Mikhailovna ficou preocupada após o filho desaparecer por seis dias. A mãe então resolveu procurar a polícia de Kronstadt, na Rússia, para informar sobre a ocorrência. Poucos dias depois, os agentes entraram em contato com a idosa e pediram para ela comparecer ao necrotério, pois um corpo, não identificado, poderia ser do filho dela.

A mulher se deslocou até o local e lá confirmou que o corpo era de seu filho. A dor da morte do homem abalou a idosa. Mas, como em uma história de cinema, quatro meses depois, ao atender um chamado em sua residência, Antonina encontrou o filho, que não morreu.

O reencontro encheu a mulher de alegria, porém, dores no peito quase levaram Antonina a um infarto. A mistura de sensações fez logo a mulher pensar no corpo que ela reconheceu e realizou a cremação. “Ele era muito parecido”, contou a mãe já se desculpando pelo erro cometido.

morto retorna

(FOTO: REPRODUÇÃO/ REDES SOCIAIS)

Questionado pela polícia sobre o desaparecimento, o homem contou que estava precisando de um tempo para pensar. “Eu queria pensar na vida e ficar um pouco sozinho”, finalizou Konstantin.

As investigações russas agora analisam quem pode ser o corpo cremado pela idosa.