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Morre menino que foi arremessado do apartamento que explodiu

O Hospital do Trabalhador confirmou a morte do garoto na tarde deste sábado (29)

Morre menino que foi arremessado do apartamento que explodiu
Apartamento pegou fogo depois da explosão (FOTO: COLABORAÇÃO/RENATO ROCHA)

29 de junho de 2019 - 00:00 - Atualizado em 29 de junho de 2019 - 00:00

Morreu o garoto de 12  anos que foi arremessado do apartamento. O menino, identificado como Mateus Henrique Lamb, estava dentro no apartamento no Água Verde que explodiu na manhã sábado (29). Mateus sofreu uma parada cardiorrespiratória, foi socorrida e levada ao Hospital do Trabalhador, entretanto, não resistiu aos ferimentos e faleceu.

Causa da explosão do apartamento pode ser devido a uma limpeza no sofá

Segundo o Corpo de Bombeiros, uma impermeabilização pode ter sido a causa da explosão no sexto andar do apartamento da Rua Dom Pedro I, no entanto, o laudo oficial deve ser nos próximos dias.

Explosão em apartamento no Água Verde, em Curitiba, deixou mais três vítimas

Além do menino de 12 anos que faleceu neste tarde de sábado, outras três pessoas seguem internadas:

  • Gabriel de Araújo, de 27 anos, teve 35% da superfície corporal queimada e foi encaminhado ao Hospital Universitário Evangélico Mackenzie;
  • Raquel Cristine, de 23 anos, sofreu queimaduras em 80% do corpo e também foi encaminhada ao Hospital Universitário Evangélico Mackenzie;
  • uma quarta pessoa, sem confirmação de sexo e idade, sofreu queimaduras em 30% do corpo e, do mesmo modo, encaminhada ao Hospital Universitário Evangélico Mackenzie.

Prefeito emite nota lamentando a morte do menino Mateus

O prefeito Rafael Greca (DEM) lamentou a morte do menino Mateus Henrique Lamb, de 12 anos, decorrente da explosão em um apartamento no Água Verde, na manhã deste sábado (29/6), e disse que aguarda o resultado das investigações para tomar medidas que ajudem a evitar casos como este. “Minhas profundas condolências aos familiares da criança”, afirmou. “O município vai tomar todas as providências que estiverem ao seu alcance para evitar que tragédias como essa se repitam.” relatou Rafael Greca.