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Morador registra falta de manutenção na pista de caminhada do parque Ingá

Redação RIC Mais
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As reformas de ciclovias e construção de novas vias para ampliar a malha cicloviária de Maringá são debatidas nas audiências públicas do Plano de Mobilidade Urbana (PlanMob), encontros abertos à população, sendo o próximo amanhã (26), às 19h, no auditório Hélio Moreira. As obras de ciclovias também estão no Plano de Metas da Secretaria de Mobilidade Urbana de Maringá (Semob).

O PlanMob e o Plano de Metas planejam ações futuras. No presente, a Prefeitura amplia a malha viária para facilitar o deslocamento sustentável e mais econômico por meio de bicicletas. Confira na lista abaixo as obras e reformas previstas no Plano de Metas da Semob, somando quase 20 km de vias. Além das citadas, também há plano futuro para construir uma ciclovia com mais de 2 km entre Maringá e Sarandi, o que depende de parceria com o governo federal.

A manutenção acontece também em parceria com outras secretarias municipais. Como foi em março, na avenida Horácio Racanello Filho. Equipes formadas por técnicos da Semob, da Secretaria de Obras e da empresa que construiu a ciclovia, verificaram partes que estavam danificadas para a programação de reparos ou reforma.

A preocupação com a segurança dos ciclistas também prevê a podas de galhos das árvores. A Secretaria de Limpeza Urbana (Selurb) realizou o serviço na ciclovia da avenida Pedro Taques, evitando risco de acidentes devido aos galhos que caem no trajeto.

POPULAR – Maringá conta hoje com 43 km de ciclovias. O planejamento da Prefeitura é chegar a 50 km em 2023 e, posteriormente, seguir a previsão inicial de ampliar em 30% os 43 km atuais até o final da gestão. Por isso, é importante a participação popular nas audiências públicas. Como a do Planmob amanhã.

Em seguida, o PlanMob entra na fase final para conclusão. Dia 9 de julho está agendada a Conferência Pública, quando entrará em aprovação o plano e a minuta da lei de Mobilidade Urbana e a formação de conselhos de acompanhamento. A estimativa é que o plano seja entregue para a prefeitura na sequência. Depois será enviado para votação na Câmara de Vereadores de Maringá e posterior aplicação. A previsão é de revisão a cada dez anos.

Confira todos os detalhes na reportagem!

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