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Laudo desmente versão de que bombinha matou menina de 7 anos

Redação RIC Mais
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23 de fevereiro de 2017 - 00:00 - Atualizado em 23 de fevereiro de 2017 - 00:00

Sthefane foi morta com um tiro na cabeça (Foto: Reprodução)

Atestado de óbito identificou tiro na cabeça da criança. No momento da morte, ela estava ao lado de dois adolescentes na casa da irmã

Sthefane Maíra Alves dos Santos, 7 anos, foi morta com um tiro na cabeça na Vila São Francisco em Araucária, na Região Metropolitana de Curitiba, no início da tarde desta quarta-feira (22).

Sthefane estava na casa da irmã, Leonice, com dois sobrinhos de 14 e 15 anos quando levou o tiro. Desesperado, o sobrinho correu por duas quadras até chegar na casa de uma amiga da família pedindo por socorro.

A amiga da família correu até o local para ver o que havia acontecido e percebeu que era muito grave. Outro morador que passava pela rua percebeu o que estava acontecendo e ligou para o Samu para receber instruções.

A primeira versão contada pelos adolescentes era que uma bombinha teria explodido e machucado a criança, porém o atestado de óbito mostrou a real causa. Dez horas depois o laudo saiu, mostrando que Sthefane sofreu hemorragia aguda por ferimento de instrumento pérfuro – um tiro na cabeça.

O médico legista acrescentou que balins de chumbo, que ficam armazenados dentro de cartuchos de espingardas, estavam entre a cabeça e o pescoço da criança, sem nenhuma chance de sobrevivência.

Como a escola era longe, a menina morava na casa da irmã a semana inteira e ia para casa da mãe só aos fins de semana. A mãe afirmou que na casa antigamente funcionava um ponto de vendas de drogas, mas a filha mais velha prometeu parar.

Segundo testemunhas, o casal estava trabalhando quando o incidente aconteceu. A arma foi localizada no início da noite e segundo informações policiais, seria uma arma longa.  A delegacia de Campo largo é quem investiga o caso.

 

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