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Justiça condena 33 por lavagem de dinheiro e tráfico de drogas no táxi

Redação RIC Mais
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26 de fevereiro de 2020 - 00:00 - Atualizado em 26 de fevereiro de 2020 - 00:00

Trinta e três pessoas foram condenadas a penas que variam de dois anos a 31 de prisão por associação e tráfico de drogas e lavagem de dinheiro na Operação Taxímetro, do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público de Minas.

A ação foi deflagrada em setembro de 2018 com apoio das Polícias Civil e Militar e cumpriu 35 mandados de prisão preventiva e 48 de buscas e apreensões.

A Taxímetro mirou organização criminosa que lavava dinheiro obtido no tráfico de drogas por meio de um táxi. O grupo era formado até por integrantes de uma mesma família e atuava nos municípios de Guanhães, São João Evangelista, São Pedro Suaçuí e Serro, no Vale do Rio Doce.

A organização também tinha rastros criminosos em cidades maiores, como Montes Claros, no Norte de Minas, e Belo Horizonte. A Operação Taxímetro é considerada a maior operação do Gaeco na comarca de Guanhães.

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