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Jovem é espancada durante festa de carnaval clandestina em Maringá

Redação RIC Mais
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25 de fevereiro de 2019 - 00:00 - Atualizado em 25 de fevereiro de 2019 - 00:00

jovem tem 17 anos. (Foto: reprodução portal Plantão Maringá)

Uma adolescente de 17 anos foi espancada durante uma festa de carnaval clandestina em Maringá, no noroeste do Paraná

Uma adolescente de 17 anos foi agredida durante a festa de carnaval que aconteceu  de forma clandestina no estacionamento da Vila Olímpica, em Maringá, no noroeste do Paraná. A festa, que havia sido cancelada pela prefeitura da cidade, reuniu centenas de pessoas no local mesmo após o comunicado. 

Briga por causa de namorado

A confusão aconteceu entre a avenida Herval com a Horácio Raccanello. Segundo amigos da vítima, as agressões partiram de uma travesti e uma outra adolescente, ambas amigas da vítima, por conta de um namorado.

De acordo com informações dos socorristas do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), a adolescente teve ferimentos no rosto e algumas escoriações pelo corpo, e foi encaminhada ao Hospital Universitário de Maringá incosciente, o que não foi possível constatar se era por conta das agressões ou da bebida.

Problemas no primeiro dia de carnaval

Segundo a Prefeitura de Maringá, o segundo dia de carnaval foi cancelado porque o primeiro dia do evento reuniu aproximadamente 15 mil pessoas, o que causou confusão e transtorno aos moradores da região, impossibilitando também o controle efetivo da Polícia Militar (PM) e da Guarda Municipal (GM). 

Durante a reunião de cancelamento, Ademar Paschoal, tenente-coronel da PM, explicou que 50 policiais trabalharam no primeiro dia da festa e tiveram dificuldades para controlar os participantes, assim como foram até ameaçados em meio a multidão. “Não temos condições de garantir a segurança nessa situação”, declarou Paschoal.

Além disso, outro problema constatado foi a presença de inúmeros menores de idade completamente embriagados, que precisaram até de atendimento médico. Na ocasião, a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) teria ficado lotada com os menores. 

 

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