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Jogador Daniel: veja outros casos de homicídio triplamente qualificado

Redação RIC Mais
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28 de novembro de 2018 - 00:00 - Atualizado em 28 de novembro de 2018 - 00:00

O jogador Daniel foi assassinado no final de outubro (Foto: Reprodução/Twitter)

Veja outros casos de homicídio triplamente qualificado no Brasil, semelhantes ao do caso Daniel

O promotor do Ministério Público do Paraná João Milton Salles denunciou, na terça-feira (27), sete pessoas pela morte envolvendo o caso do jogador Daniel. Quatro delas devem responder por homicídio triplamente qualificado: Edison Brittes, Ygor King, Eduardo da Silva, Deivid William da Silva. Veja, abaixo, outros casos no Brasil que ficaram famosos pelo mesmo tipo de crime.

Homicídio triplamente qualificado no Brasil

O caso Nardoni, envolvendo a morte da pequena Isabella Nardoni, conhecido por ter ocorrido em um prédio, em São Paulo, em 2010. Alexandre Nardoni foi condenado a 31 anos, 1 mês e 10 dias, com as qualificadoras: motivo torpe, meio cruel e acobertamento de outro crime.

Em 2012, Macarrão, amigo do goleiro Bruno, foi condenado pelo caso envolvendo Eliza Samudio, em Minas Gerais. Ele foi condenado a 15 anos de prisão por homicídio triplamente qualificado, por motivo torpe, meio cruel e dificultação de defesa.

Suzane Von Richthofen foi condenada a 39 anos e 6 meses prisão pelas mortes dos pais, em São Paulo, em 2006. À época, a condenação foi envolveu motivo torpe, meio cruel e dificultação de defesa.

No caso Daniel, de acordo com o promotor João Milton Salles, as qualificadoras previstas no artigo 121, do Código Penal, foram: motivo torpe; sem chance de defesa; uso do meio cruel. A pena varia de 12 a 30 anos de prisão, em regime fechado. Já Cristiana Brittes, foi denunciada por homicídio qualificado, por motivo torpe.

Confira quem são os denunciados do caso Daniel

Denúncia envolvendo a morte do jogador Daniel foi formalizada à Justiça na terça-feira (27), em São José dos Pinhais, na região metropolitana de Curitiba (RMC).

Edison Brittes (38 anos): homicídio triplamente qualificado, ocultação de cadáver, fraude processual e corrupção de menor e e coação no curso do processo;

Cristiana Brittes (35 anos):  homicídio qualificado por motivo torpe, coação do curso de processo, fraude processual e corrupção de menor;

Allana Brites (18 anos): coação no curso do processo, fraude processual e corrupção de menor;

Eduardo da Silva (19 anos): homicídio triplamente qualificado, ocultação de cadáver, fraude processual e corrupção de menor;

Ygor King (19 anos):  homicídio triplamente qualificado, ocultação de cadáver, fraude processual e corrupção de menor;

David Willian da Silva (18 anos):  homicídio triplamente qualificado, ocultação de cadáver, fraude processual, corrupção de menor e denunciação caluniosa;

Evellyn Brisola (19 anos):  denunciação caluniosa, fraude processual, corrupção de menor e falso testemunho.

Infográfico/Luana Silvério

Amiga de Allana é denunciada por denunciação caluniosa

Evellyn Brisola, amiga de Allana Brittes, foi denunciada pelo Ministério Público do Paraná (MP-PR) à Justiça, na tarde desta terça-feira (27), por denunciação caluniosa, fraude processual, corrupção de adolescente e falso testemunho. Evellyn teria dado informações não verdadeiras sobre a participação de Eduardo Purkote Chiuratto no crime que vitimou o jogador Daniel Corrêa, de 24 anos, segundo o MP-PR.

Evellyn foi denuncianda pelo MP-PR pr envolvimento com o assassinato do jogador Daniel. (Reprodução/RICTV)
Prisão preventiva por morte de jogador

Os seis denunciados pelo MP-PR pelo envolvimento na morte do jogador Daniel Correa Freitastiveram o pedido de prisão preventiva solicitado. Todos estavam com a prisão temporária decretada, com validade de 30 dias prorrogáveis por igual período, por ser crime hediondo.

Reviravolta: Purkote Chiuratto é solto

Eduardo Purkote Chiuratto, de 18 anos, indiciado pelo assassinato do jogador Daniel Corrêa, de 24 anos, foi solto na tarde desta segunda-feira (26). Preso desde 15 de novembro na carceragem da Delegacia da Polícia Civil de São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba, Eduardo Purkote foi indiciado por lesões corporais graves. Além dele, outras seis pessoas foram indiciadas no inquérito da Polícia Civil (veja abaixo quem são).

Relembre a morte do jogador Daniel:

Assista à reportagem completa da RICTV sobre o jogador de futebol Daniel Correa de Freitas. 

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