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Jejum de títulos da Argentina não é referência para final da Copa América, diz Tite

Reuters
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Jejum de títulos da Argentina não é referência para final da Copa América, diz Tite
Técnico Tite em partida da seleção brasileira

9 de julho de 2021 - 14:00

RIO DE JANEIRO (Reuters) – Os 28 anos de seca da Argentina sem conquistar um título importante não terão influência na final da Copa América contra o Brasil, no sábado, no Maracanã, disse o técnico Tite nesta sexta-feira.

Os dois gigantes sul-americanos se enfrentarão no Rio de Janeiro com a longa seca na Argentina mais uma vez no centro das conversas.

Os visitantes não conquistam um título importante desde a Copa América de 1993, e seu melhor jogador, Lionel Messi, nunca ganhou um troféu importante jogando pela seleção nacional.

“Isso é passado, quando a gente fica olhando para passado não é referência”, disse Tite sobre a seca argentina. “Nós estamos invictos na Copa América, os números são os melhores das duas Copas Américas, então não vejo significado maior.”

A expectativa e as brincadeiras aumentaram em ambos os lados. Na quinta, o presidente Jair Bolsonaro disse ao presidente argentino, Alberto Fernández, que o Brasil vencerá por 5 x 0, mas Tite minimizou os jogos mentais.

“É uma maratona mental que nós enfrentamos”, disse. “Nosso jogo é diferente do jogo da imprensa, do torcedor, no que se refere a preparação, treinamento, a estar concentrado”, afirmou.

“Não dizendo que não seja importante, elas são importantes, mas com outro viés, de quem analisa sob um outro contexto. Por nós é da provocação, da tirada de onda, dos enfrentamentos, da história de enfrentamento em equipes de um e outro. Mas não é a essência, a essência é do trabalho, do dia a dia, de nos prepararmos para fazer um grande jogo.”

O Brasil entrará em campo sem Gabriel Jesus, que está suspenso, e o lateral Alex Sandro passará por um último teste físico.

Tite foi tímido quando questionado sobre como marcar Messi.

“Eu sei, mas não vou dizer”, disse ele a um repórter, antes de acrescentar, “a gente não neutraliza, a gente diminui ações do adversário”.

(Por Andrew Downie)

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