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Mulher terrorista explode seu próprio bebê para não ser presa

Chamada de ‘noiva jihadista’, ela detonou um cinturão de explosivos enquanto segurava o filho no colo

Redação RIC Mais
Redação RIC Mais com informações do Daily Stars
Mulher terrorista explode seu próprio bebê para não ser presa
Foto: Reprodução

2 de abril de 2021 - 18:22 - Atualizado em 2 de abril de 2021 - 18:26

Uma mulher terrorista do ISIS se autoexplodiu junto com seu próprio bebê enquanto as forças de segurança se aproximavam do esconderijo onde ela estava escondida em uma província na região montanhosa da Tunísia. 

De acordo com o Ministério do Interior do país, esquadrões tunisianos estavam rastreando um grupo extremista na área do Monte Salloum quando mataram o marido da mulher. Na sequência, a mãe chamada de ‘noiva jihadista’ detonou um cinturão de explosivos que usava por cima das roupas. Ela e o filho que estava em seus braços morreram na hora

Acredita-se que a filha mais velha do casal de terroristas tenha sobrevivido. As autoridades disseram que foi a primeira vez que uma mulher foi encontrada entre os jihadistas que se refugiaram na área.

O ministério disse, na noite de quinta-feira (1º), que as forças de segurança mataram um suposto líder da brigada Jund Al Khilafa da Tunísia em sua segunda operação ao redor da área do Monte Mghila. Acredita-se que a brigada que jurou lealdade ao grupo do Estado Islâmico esteja por trás de vários ataques no país. 

A notícia chega no momento em que especialistas emitem avisos afirmando que a África está se tornando uma nova linha de frente da guerra contra o ISIS. O último ataque a empreiteiros estrangeiros deixou pelo menos 50 pessoas mortas. Pelo menos 13 países do continente africano sofreram ataques do ISIS nos últimos tempos.

O especialista francês em jihad Olivier Guitta, da Global Risk Consultancy, alertou: “A África será o campo de batalha da jihad pelos próximos 20 anos e substituirá o Oriente Médio ”.

No final do ano passado, o Pentágono alertou o ISIS está assumindo o controle de áreas da África como fez na Síria e no Iraque com táticas “incrivelmente brutais”.

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