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Caroline Berticelli / Editora

2 de novembro de 2019 - 00:00

Atualizado em 2 de novembro de 2019 - 00:00

Internacionais

Mulher é encontrada morta com cobra gigante no pescoço

Laura Hurst foi estrangulada por uma píton birmanesa; na casa onde ela foi morta, foram encontradas outras 139 serpentes

Uma mulher foi encontrada morta com uma cobra gigante no pescoço na última quarta-feira (30) na cidade de Oxford, em Indiana, nos EUA. Segundo o resultado preliminar da autópsia de Laura Hurst, de 36 anos, ela foi estrangulada pela píton de estimação

Mulher foi encontrada morta com cobra no pescoço colecionava répteis

A casa onde Laura foi encontrada pertence ao xerife Don Munson e no local funcionava uma espécie de viveiro para cobras. Entre elas, 20 pertenciam a vítima e ela foi morta quando visitava os animais. 

Casa onde a mulher foi encontrada morta com a cobra no pescoço. (Foto: Divulgação/Indiana State Police)

Conforme Mudson, ele ainda tentou reanimar Laura e conseguiu retirar o réptil de seu pescoço, mas foi em vão. 

140 serpentes na casa

Dentro da residência, foram localizadas outras 139 serpentes, todas em suas gaiolas e viveiros. Apenas a píton birmanesa, de 3,5 metros, estava fora de seu aquário. 

Hurst e Munson eram amantes de serpentes de longa data. Um advogado de Hurst disse ao Journal & Courier que as cobras faziam parte de suas negociações de divórcio:

“Ela tinha uma verdadeira paixão por cobras”, disse o advogado Marcel Katz ao jornal. “Isso foi um grande problema para ela”, completou ainda. 

Cobras como animais de estimação

De acordo com o portal Journal & Courier, o estado de Indiana não regulamenta a posse de cobras não-peçonhentas como as pítons. As leis de Oxford, no entanto, limitam que cada casa pode ter, no máximo, dois cães ou dois gatos, ou um de cada. Pitbulls, ao contrário das pítons, são proibidos.

Os investigadores do caso informaram que todas as cobras foram alojadas e armazenadas adequadamente e que acreditam que a morte de Hurst foi acidental.

“Eu não quero usar a palavra bizarro, mas eu tenho 33 anos e esta é a primeira vez que trabalho com uma cobra, vamos colocar desta maneira”, disse o sargento Riley, porta-voz da polícia.