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Ministro da Saúde da Itália descarta relaxar restrições da Covid-19

Reuters
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Ministro da Saúde da Itália descarta relaxar restrições da Covid-19
Ministro da Saúde da Itália, Roberto Speranza

24 de fevereiro de 2021 - 14:40 - Atualizado em 24 de fevereiro de 2021 - 14:41

Por Angelo Amante

ROMA (Reuters) – O governo da Itália estenderá as restrições do coronavírus já em vigor a até depois da Páscoa, disse o ministro da Saúde nesta quarta-feira, e Roma planeja acelerar os esforços de vacinação para tentar vencer a pandemia.

A Itália, um dos países mais duramente atingidos pela Covid-19, viu seus casos diários recuarem de um pico de cerca de 40 mil em novembro para menos de 15 mil no momento –mas autoridades temem que afrouxar as restrições possa levar a uma disparada de infecções desencadeadas por novas variantes altamente contagiosas.

“As condições epidemiológicas não nos permitem relaxar as restrições”, disse o ministro da Saúde, Roberto Speranza, ao Parlamento, acrescentando que as variantes do vírus descobertas primeiramente no Reino Unido, na África do Sul e no Brasil estão sendo detectadas cada vez mais na Itália.

O governo adotou uma série de restrições antes do Natal, algumas das quais têm previsão de terminarem na semana que vem.

Speranza disse que um novo decreto será emitido em breve e vigorará até 6 de abril, final do feriado da Páscoa. Ele não deu maiores detalhes, mas parece certo que cinemas, teatros e academias de ginástica continuarão fechados, e os horários de funcionamento de bares e restaurantes quase certamente continuarão altamente limitados.

Visando controlar os casos novos de Covid-19, no início desta semana o novo gabinete do primeiro-ministro, Mario Draghi, prorrogou a proibição de viagens não-essenciais entre as 20 regiões do país.

Speranza disse que o governo também estuda acelerar os esforços de vacinação. A Itália lançou sua campanha de imunização no final de dezembro, e já administrou 3,7 milhões de vacinas, incluindo segundas doses. No total, o país recebeu 5,2 milhões de doses de fabricantes, mas atrasos nas entregas têm dificultado a vacinação.

((Tradução Redação São Paulo, 5511 56447702)) REUTERS AC

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