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Menino é morto pelo pai depois de encontrar fotos nojentas do homem comendo cocô

Dylan desapareceu quando passava um feriado na casa do pai; segundo os promotores, ele não queria fazer a visita, mas foi obrigado por um tribunal

Redação RIC Mais
Redação RIC Mais com informações do Daily Star
Menino é morto pelo pai depois de encontrar fotos nojentas do homem comendo cocô
Foto: Reprodução/Daily Star

18 de julho de 2021 - 13:23 - Atualizado em 18 de julho de 2021 - 13:26

Um homem acusado de matar seu próprio filho porque o menino de 13 anos descobriu um série de fotos bizarras do pai foi considerado culpado de assassinato em segundo grau e abuso infantil no dia 17 de julho no Colorado, EUA. 

O julgamento de Mark Redwine, durante o qual ele optou por não testemunhar, durou cerca de três semanas. 

Dylan desapareceu durante uma viagem de Ação de Graças, ordenada pelo tribunal, para visitar seu pai em novembro de 2012. Seus restos mortais foram descobertos no verão de 2013 e em 2015 nas proximidades da residência onde passava o feriado. Mark foi preso e acusado de assassinato em 2016. 

De acordo com os promotores, Mark agora com 59 anos, perdeu o controle e matou seu filho, depois que ele encontrou fotos comprometedoras do pai, entre elas, uma em que ele aparece vestido com lingerie feminina e comendo o que pareciam ser fezes de uma fralda. O assassinato teria ocorrido quando o pré-adolescente confrontou o homem sobre as imagens.

“Uma relação prejudicada, exposta com fotografias comprometedoras, fotografias nas mãos de um jovem de 13 anos que está enojado com isso, o que desencadeou uma raiva violenta no réu”,

disse o promotor Fred Johnson. 

O promotor Michael Dougherty disse ao tribunal que o sangue de Dylan foi encontrado dentro da casa de Redwine, e também levou especialistas para explicar que cães haviam detectado cheiro de restos humanos no local.

O pai acusado de assassinato possui um acervo de fotos bizarras em seu computador. (Foto: Reprodução/Daily Star)

O tribunal ouviu ainda que Dylan não queria passar o feriado com seu pai, mas foi forçado pelo tribunal que cuidava do divórcio de seus pais.

O pai sempre negou sua participação no desaparecimento e assassinato do filho. Durante o julgamento, seus advogados argumentaram que não havia evidências suficientes para conectar seu cliente à morte de Dylan e ressaltaram que era possível que um animal tivesse atacado o menino. 

Mark pode pegar até 48 anos de prisão pela condenação por assassinato e deve ser sentenciado em 8 de outubro.

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