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Jovem é condenado por matar irmãs em ‘sacrifício ao demônio’ para ganhar na loteria

O homem de 19 anos assinou um contrato com o seu próprio sangue

Aline
Aline Taveira / Produtora com informações do The Guardian
Jovem é condenado por matar irmãs em ‘sacrifício ao demônio’ para ganhar na loteria
(Foto: Reprodução/Daily Mail)

6 de julho de 2021 - 14:58 - Atualizado em 6 de julho de 2021 - 14:58

Um adolescente que se declara como satanista foi considerado culpado no tribunal nesta terça-feira (6), pela acusação de assassinar duas irmãs em um ataque a facadas como parte de um acordo ‘diabólico’ com um demônio para ganhar na loteria. Danyal Hussein, de 19 anos, matou brutalmente Bibaa Henry, de 46, e Nicole Smallman, de 27, na madrugada de 6 de junho de 2020.

Segundo o The Guardian, Os corpos das vítimas foram encontrados escondidos em arbustos perto de um local de piquenique onde elas comemoravam o aniversário de Bibaa em Fryent Country Park, Wembley, na Inglaterra.

Obcecado por feitiços, Hussein se cortou para usar seu próprio sangue para assinar um acordo com um ‘demônio’ chamado Lucifuge Rofocale, prometendo ‘sacrificar’ mulheres em troca do Super Jackpot da Mega Millions, a loteria local.

No ‘contrato’, ele afirma que só estava autorizado a matar mulheres e que jurava não se tornar suspeito de nenhum crime pela polícia e que a polícia nunca saberia de nada que ele fizesse. O contrato também incluía a construção de um templo ao demônio.

(Foto: Reprodução/Daily mail)

Durante o julgamento, Hussein afirmou que também ofereceu sangue para ‘potência sexual‘ e para fazer uma garota de sua escola se apaixonar por ele.

Hussein, que se recusou a fornecer provas, contestou o DNA encontrado no local ou que ele foi flagrado, incluindo imagens de uma pessoa voltando para sua casa após os assassinatos na madrugada de 6 de junho. Mas suas mentiras foram reveladas pelo júri no famoso tribunal da coroa de Londres.

A alegação do réu de que outra pessoa redigiu o acordo para sacrificar mulheres para ganhar na loteria era quase tão ridícula quanto o próprio documento, afirmou o advogado.

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