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Homem viaja sozinho e volta 267 depois em meio a pandemia: “o que perdi”?

Praticamente sem contato humano, o homem passou cerca de 267 dias sem o auxílio de dispositivos de nevegação

Renata
Renata Nicolli Nasrala / Editora com informações do R7
Homem viaja sozinho e volta 267 depois em meio a pandemia: “o que perdi”?
Foto: montagem RIC Mais

30 de julho de 2020 - 12:53 - Atualizado em 30 de julho de 2020 - 12:54

Você já parou pra pensar que podem existir pessoas que nem chegaram a viver os itensos dias da pandemia provocada pelo novo coronavírus? Pois é.

Essa foi a realidade de um homem que viajou sozinho por 267 dias, e retornou pra casa agora, em julho, quando todos já viviam “o novo normal” durante a pandemia.

Homem viaja sozinho e se assusta ao retornar em meio a pandemia: “introdução muito dura e brutal ao novo mundo”

Ainda em outubro de 2019, muito antes da gente pensar que o carnaval seria praticamente emendado com o natal, o canadense Bert Terhart saiu da Colúmbia Britânica, no Canadá, rumo a uma aventura em alto-mar por nove meses, completamente sozinho.

Praticamente sem contato humano, o homem passou cerca de 267 dias sem o auxílio de dispositivos de nevegação, vivendo um dia de cada vez em alto mar, sem nem ao menos imaginar o que iria encontrar em sua volta pra casa.

Ao finalmente chegar em casa no dia 19 de julho, a primeira pergunta que Bert fez a família foi: “o que eu perdi?”.

Ao receber a resposta, a descrição feita pelo homem ao portal Yahoo foi surpreendente.

“Em poucas palavras, eu fui sequestrado completamente, totalmente isolado do resto do mundo”, disse ele.

De acordo com o canadense, as únicas vezes em que encontrou pessoas no meio do caminho foram em novembro, em São Francisco, nos Estados Unidos, em janeiro, nas Malvinas, e no final de maio, em Rarotonga, a maior das Ilhas Cook

“Eu tinha uma ideia do que estava acontecendo em relação à covid-19, mas você não pode entender completamente a pandemia até estar imerso nela”.

Conforme Bert, agora ele enfrenta o desafio de se acostumar com o o novo normal, e afirma que esta é uma introdução muito dura e brutal ao novo mundo.