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Família diz que menina foi abusada em cruzeiro da Disney e abre processo de R$ 106 mi

Uma outra criança, mais velha, teria sido cometido o abuso em uma área de lazer do cruzeiro

Redação RIC Mais
Redação RIC Mais com informações da People
Família diz que menina foi abusada em cruzeiro da Disney e abre processo de R$ 106 mi
(Foto: Unsplash)

25 de setembro de 2021 - 17:19 - Atualizado em 25 de setembro de 2021 - 17:19

A família de uma menina de Vermont (EUA), de três anos, que alega que ela sofreu abuso sexual em cruzeiro decidiu abrir um processo de US$ 20 milhões contra a Disney Cruise Line. O valor equivale a cerca de R$ 106 milhões.

Conforme o site da People, o caso foi denunciado pelos pais da vítima e teria acontecido em 9 de janeiro de 2020, quando a criança foi inscrita no clube da juventude do navio. Em determinado momento, ela foi “contida fisicamente e agredida sexualmente por uma criança significativamente mais velha, que também era passageira do cruzeiro”, informa a denúncia.

A menina teria diso “excessivamente apalpada e tocada sexualmente em suas partes íntimas” pela criança mais velha e “não tinha capacidade física” para tirá-la de cima dela.

De acordo com a reportagem, diversos membros da equipe da Disney entraram na sala durante o suposto abuso, mas “não conseguiram reconhecer e / ou apreciar a agressão sexual em andamento”, embora tenha acontecido “à vista de todos”, conforme o processo.

Michael Winkleman, que é advogado dos pais, disse ao The Miami Herald que a agressão durou 20 minutos enquanto a criança estava “sob a ‘supervisão’ direta de funcionários da Disney cujo trabalho singular é supervisionar essas crianças”.

“Os pais da vítima entraram com o caso a fim de buscar justiça e responsabilidade e aumentar a conscientização sobre os perigos ocultos das agressões sexuais em navios de cruzeiro”, acrescentou.

Um porta-voz da Disney disse à People que o processo não tem mérito. 

“As primeiras alegações dos querelantes foram relatadas ao FBI, e o Gabinete do Xerife do Condado de Brevard as investigou e determinou que eram infundadas”, disse o porta-voz. “Os demandantes agora voltaram com uma história diferente, que é igualmente infundada, que outra criança agiu de forma inadequada com seu filho. Vamos defender vigorosamente este caso no tribunal.”