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Bebê de três semanas é estuprado por adolescente de 14 anos em casa adotiva

Câmeras de segurança registraram ele estuprando a menina recém-nascida por 20 minutos; o menino já havia abusado sexualmente de outras crianças 

Redação RIC Mais
Redação RIC Mais com informações do The Mirror
Bebê de três semanas é estuprado por adolescente de 14 anos em casa adotiva
Além de estuprar o bebê, o adolescente também agrediu a menina. (Foto: Ilustrativa/Pixabay)

18 de outubro de 2020 - 13:23 - Atualizado em 18 de outubro de 2020 - 13:29

Um bebê de três semanas foi estuprado por um adolescente de 14 anos em um orfanato onde foram deixados sob o cuidado de uma família para aguardar a adoção. Além de abusar sexualmente da vítima, ele também foi flagrado agredindo a criança. O caso foi registrado nos EUA. 

Os pais adotivos temporários haviam instalado câmeras escondidas pela casa para monitorar o menino devido a problemas de comportamento e chegaram até a trancar a porta do quarto dele. No entanto, essas precauções não bastaram para contê-lo e ele foi filmado enquanto abusa sexualmente da recém-nascida por mais de 20 minutos, em 2019. 

Menino que estuprou bebê já havia abusado outras crianças

O adolescente que praticou o estupro já havia abusado sexualmente de outras crianças pequenas. Conforme o processo sobre o caso, ele supostamente molestou sexualmente uma menina de 5 anos quando ele tinha 9, e havia suspeitas de que ele também havia abusado sexualmente de seu irmão adotivo mais novo.

Os documentos também ressaltam que a mãe biológica do adolescente provavelmente o sexualizou em uma idade jovem, expondo-o à pornografia e fazendo sexo na frente dele.

Ele estava na casa de bem-estar infantil onde estuprou a recém-nascida junto com sua irmã mais velha, desde que era um bebê.

Orfanato processado

Os promotores apontam que os pais adotivos temporários, que cuidavam da casa de adoção, estavam cientes de que o adolescente havia abusado sexualmente de crianças no passado e não protegeram os outros filhos adotivos da casa.

Eles estão sendo processadas pelo Justice for Kids, um escritório de advocacia especializado em casos envolvendo crianças vítimas de abuso, deficientes e feridas em orfanatos.

Stacie Schmerling, advogada da Justice for Kids, disse ao USA Today: “Esta tragédia nunca deveria ter acontecido.

Uma investigação foi lançada pelo Departamento de Crianças e Famílias do estado.

Exames comprovaram que o bebê foi estuprado e adolescente foi acusado e processado como delinquente juvenil.