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Inquérito de jogador morto está perfeito, diz defesa da família

Redação RIC Mais
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22 de novembro de 2018 - 00:00 - Atualizado em 22 de novembro de 2018 - 00:00

Caso do jogador Daniel Correa (Foto: reprodução das redes sociais)

Família do jogador morto ressalta trabalho de investigação da polícia caso Daniel

O advogado da família do jogador morto Daniel Correa diz que o inquérito policial está “perfeito”. No entendimento dos familiares,  “o caso Daniel está resolvido” e “não há mais dúvida, não há o que se explicar”.

Família de Daniel Correa

Durante o inquérito policial envolvendo a morte do jogador de futebol, que durou 26 dias, o delegado responsável pelo caso, Amadeu Trevisan, concluiu as investigações e indiciou sete pessoas pela morte Daniel Correa, ocorrida no dia 27 de outubro.

“Um trabalho feito com muito afinco. Eu sou testemunha que o MP trabalho no feriados, sábados, domingos”, disse Nilton Ribeiro, que representa os familiares no caso Daniel.

“Não há mais o que se colocar, aqui ou ali. O processo agora vai começar, instrução processual, mas, tenho certeza, que vai confirmar ipsis litteris o que esta no inquérito”, declarou o advogado.

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Próximos passos no caso Daniel

O Ministério Público do Paraná (MP-PR) terá 5 dias a partir da data que receber o inquérito policial para se manifestar sobre o caso do jogador Daniel.

O MP pode denunciar os sete indiciados, pedir novas diligências e colheitas de provas ou, então, o arquivamento do caso. Neste caso, ao optar pela denúncia, o MP ainda pode denunciar os suspeitos no caso Daniel pelos crimes de homicídio qualificado, ocultação de cadáver, coação de testemunha e fraude processual – dependendo da participação de cada um.

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Suspeitos de matar jogador Daniel

Veja abaixo por quais crimes cada um dos sete suspeitos vão responder pela morte do jogador Daniel Correa:

Edison Brittes: homicídio qualificado e ocultação de cadáver (pena = 12 a 30 anos e 1 a 3 anos, e multa, respectivamente)

Cristiana Brittes: coação de testemunha e fraude processual (pena = 1 a 4 anos e 3 meses a 2 anos, e multa, respectivamente)

Allana Brites: coação de testemunha e fraude processual (pena = 1 a 4 anos e 3 meses a 2 anos, e multa, respectivamente)

Eduardo da Silva:  homicídio qualificado e ocultação de cadáver (pena = 12 a 30 anos e 1 a 3 anos, e multa, respectivamente)

Ygor King: homicídio qualificado e ocultação de cadáver (pena = 12 a 30 anos e 1 a 3 anos, e multa, respectivamente)

Deivid Willian da Silva: homicídio qualificado e ocultação de cadáver (pena = 12 a 30 anos e 1 a 3 anos, e multa, respectivamente)

Eduardo Purkote Chiuratto: lesões graves (pena = 1 a 5 anos)

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Assista à reportagem do caso envolvendo o jogador morto:

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