23 de outubro de 2020 - 07:45

Depois das redes sociais, vem aí as comunidades. Conhece?

Por José Nascimento

Depois das redes sociais, vem aí as comunidades. Conhece?

As redes sociais são mesmo um dilema, como diz e trata o documentário da NETFLIX. Na verdade elas tem sim seu lado muito bom, mas trazem uma série de desafios e problemas que nem mesmo os seus fundadores conseguem imaginar e ter uma responta. O tamanho e alcance transformaram as “maravilhosas redes” quase que num trem desgovernado.

Só para se ter uma ideia: o Facebook já passou de um bilhão de usuários no mundo, o mesmo acontecendo com o Instagram, You Tube e até mesmo o novato chinês, o TikTok, que por conta do tamanho e abordagem, até deixou os americamos em medo, a ponto do governo Trup fazer uma força tarefa empresarial para comprar a plataforma que iniciou com seu sucesso na Asia, mas já se alastra por tudo mundo. De dancinha em dancinha já algumas dezenas de milhões de seguidores.

Nos “print” abaixo algunas dados (base 20202) que uso nas minhas aulas de pós graduação, mentoria e treinamentos, quando o assunto é mundo digital e força das redes. Sempre digo que é uma tela em constante mudança, como vocês podem observar, especialmente no Linkedin, plataforma que eu gosto mais e tenho um workshop sobre o tema.

Para você ter um espaço, aos moldes das redes socias, colaborativo e de baixo custo de produção, uma das alternativas são as chamadas comunidade.

Sobre o assunto, nossa conversa no TOPDEGESTÃO foi com o Luciano Kalil, Founder, CEO e criador da Duopana. Ele conta pra gente sobre esta experiência, inclusive sobre a venda/parceira da empresa com um “player” nacional.

Segundo Luciano Kalil, “Quando publicamos algo nas redes sociais, sendo no Facebook, no Instagram ou até mesmo no Linkedin, por mais que seja uma publicação interessante e que irá abranger vários grupos, as redes não estabelecem uma transmissão fixa, após algumas horas ela vai caindo de visibilidade e não atinge toda a massa pois, o que as redes visam é o momento, o instante e tudo o que acontece nele”.

Já, nas comunidades, afirma o CEO, o público se torna específico e direcional ao interesse das pessoas que fazem parte do grupo.