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Homem que matou namorada com taco de beisebol irá a júri popular em janeiro

Redação RIC Mais
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26 de novembro de 2018 - 00:00 - Atualizado em 26 de novembro de 2018 - 00:00

Anderson e Juliana eram sócios em bar em Ponta Grossa onde o crime aconteceu. (Foto: Reprodução/Facebook)

Anderson foi indiciado pelos crimes de homicídio triplamente qualificado; ele matou a namorada dentro do bar em que os dois eram sócios em Ponta Grossa

Anderson Barbosa de Paula, de 39 anos, suspeito de matar a namorada Juliana Silveira Nunes, de 33 anos, com um taco de beisebol, em julho de 2017 em Ponta Grossa, na região dos Campos Gerais do Paraná, irá a júri popular no dia 31 de janeiro de 2019.

Anderson foi indiciado pelos crimes de homicídio triplamente qualificado: por meio cruel, motivo torpe e feminicídio.

Ele foi tratado como suspeito desde a descoberta do corpo de Juliana e foi preso em Foz do Iguaçu, no oeste do Paraná, no mesmo dia do crime quando tentava fugir para o Paraguai com o carro da namorada. Na ocasião, ele confessou o crime à Polícia Civil e disse ter cometido o crime por ciúmes.

O crime em Ponta Grossa

Juliana foi encontrada morta, na manhã do dia 27 de julho de 2017, dentro do bar em que era sócia com o namorado, na Rua Rio de Janeiro, no bairro Nova Rússia, em Ponta Grossa. A polícia foi até o local depois que vizinhos ligaram para a PM afirmando terem ouvidos gritos. Já no estabelecimento, os policiais arrombaram a porta e encontraram a vítima sem vida.

Dentro do bar, os investigadores também localizaram três bilhetes que teriam sido deixados Anderson. Os papéis diziam “Ela pulou ne mim com o taco (sic). Só me defendi e acabou’. No segundo bilhete o autor diz que matou por amor: “Fiz isso por amor. Ela acabou com a minha vida e me traiu. Dei tudo pra ela”. No terceiro bilhete ele pede desculpas: “Ela sempre quis me enganar. Desculpas”.

O Bar em que os dois eram sócios e onde Anderson matou a namorada com um taco de beisebol. (Foto: Reprodução/A Rede)

Juliana foi asfixiada e agredida com um taco de beisebol, que foi apreendido para perícia. Imagens de câmeras de segurança mostram o namorado de Juliana saindo do bar com o carro da vítima por volta das 3h da madrugada.

Apesar de dormir com o namorado no bar há alguns meses para evitar que o estabelecimento fosse roubado, Juliana ainda morava com a mãe e a filha de sete anos, fruto de um relacionamento anterior.

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