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Homem morre afogado na Represa do Passaúna em Curitiba

A vítima de 36 anos chegou a ser socorrida com vida, mas não resistiu

Caroline
Caroline Berticelli / Editora
Homem morre afogado na Represa do Passaúna em Curitiba
O afogamento na Represa do Passaúna ocorreu na tarde de domingo (1º). (Foto: Reprodução/RIC Record TV)

2 de dezembro de 2019 - 00:00 - Atualizado em 1 de julho de 2020 - 15:11

Um homem morreu afogado enquanto tomava banho na Represa do Passaúna, na Vila Augusta, na Cidade Industrial de Curitiba, durante a tarde deste domingo (1º). Eliel Rodrigues Ribeiro, de 36 anos, chegou a ser retirado da água com vida, mas não sobreviveu. 

“Na chegada os bombeiros já estavam fazendo massagem cardíaca, ofertando oxigênio, mas o pulmão dele estava encharcado. Eu cheguei e comecei com os procedimentos avançados, intubação, adrenalina, ficamos meia-hora em reanimação, mas em nenhum momento o coração dele apresentou respostas”, explicou a médica Michele Grippa, do Serviço Integrado de Atendimento ao Trauma em Emergência (Siate). 

Apesar de ser proibido nadar no local, no verão a espécie de prainha fica cheia de banhistas e não existe nenhum tipo de salva-vidas ou contenção na água. 

Uma moradora da região, que chegou logo após o afogamento, declarou que não aguenta mais ver pessoas morrendo na Represa do Passaúna. “A gente já não aguenta mais, todo o fim de semana, justo por a população não ter acesso a piscina, a clubes, procuram lugares assim pra poder se refrescar e acontece isso. Então, tem que dar um jeito, a prainha é muito lotada, a gente precisa de segurança, a gente precisa de policiamento, bombeiro, a gente não aguenta mais porque é muito triste, é lamentável”, desabafou a mulher.

Alerta para banhistas 

A médica do Siate ressaltou ainda que não são incomuns situações de afogamento durante o verão e que os banhistas precisam ter consciência e cuidados para que nada de ruim aconteça.“Finais de semana com tempo quente, é uma ocorrência comum, por isso, que a gente alerta muito. Tomem cuidado, não bebam e vão pra água, fiquem próximos das crianças, fiquem numa área com água numa altura até o umbigo, se não sabe nadar, não vá pro fundo que isso é uma questão de segundos que perde a consciente e pode ser fatal”, finalizou Grippa. 

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