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Grupo criminoso é alvo de megaoperação em Maringá e outras três cidades

Redação RIC Mais
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24 de maio de 2017 - 00:00 - Atualizado em 24 de maio de 2017 - 00:00

Um Helicóptero do Grupamento de Operações Aéreas (GOA) também deu apoio à operação policial em Maringá e Região Metropolitana (Foto: Fábio Guillen/ RICTV)

Investigações atribuem ao grupo armado crimes como roubo de carros, tráfico internacional de drogas e dois assassinatos

Desde às 5 horas desta quarta-feira (24), cerca de 100 policiais participam de uma operação que mira uma organização criminosa  que atua em Maringá, Mandaguaçu, Sarandi e Marialva, no noroeste do Estado, desde 2015. Após investigações realizadas por policiais da 9ª Subdivisão Policial de Maringá (SDP) em conjunto com o Departamento de Inteligência do Paraná (Diep), foram deferidos pela Justiça 21 mandados de busca, 20 mandados de prisões preventivas e 10 mandados de apreensão de veículos.

A organização criminosa, subdivida em três células distintas, é voltada, sobretudo, ao roubo de veículos, tráfico de drogas, além da prática de delitos correlatos, tais como receptação, adulteração de sinal identificador de veículos e lavagem de dinheiro. A equipe de reportagem da RICTV Maringá acompanha as buscas, desde cedo. Assista:

  

De acordo com a investigação, o grupo é responsável por adquirir carros de procedência ilícita e negociá-los em troca de drogas (maconha, cocaína e outras sintéticas), especialmente em países vizinhos, como Paraguai e Bolívia, as quais seriam posteriormente distribuídas nessa região. Também é atribuído a esta quadrilha, o assassinato do taxista Clayton de Almeida Souza, que integrava a organização criminosa. Souza seria o responsável por transportar os membros do grupo após o roubo dos veículos. 

Além disso, o grupo armado seria responsável pela morte do empresário Marcelo Cruz Maiolino, que era proprietário de uma academia arrendada ao líder da facção investigada, conhecido como “Dodi”. O homicídio teria sido motivado por desentendimentos entre “Dodi” e Maiolino, pelo fato do primeiro não concordar em restituir a academia ao proprietário.

Até o meio dia desta quarta-feira, seis pessoas foram presas e outras sete permaneciam foragidas. Além disso, outros sete investigados já estavam presos antes do início da operação. 

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