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Gaeco cumpre mandados na Delegacia do Meio Ambiente de Curitiba

A investigação trata de possível crime de corrupção ativa e passiva praticado por dois policiais lotados na Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente da capital

Guilherme
Guilherme Becker / Editor com informações do MPPR e da PCPR
Gaeco cumpre mandados na Delegacia do Meio Ambiente de Curitiba
(Foto: Reprodução/ RIC Record TV)

8 de julho de 2021 - 08:46 - Atualizado em 8 de julho de 2021 - 08:46

Agentes do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), órgão do Ministério Público do Paraná (MPPR), estiveram na manhã desta quinta-feira (8) na sede da Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente (DPMA), em Curitiba. A operação, denominada Mônaco, investiga um possível crime de corrupção ativa e passiva praticado por dois policiais lotados na delegacia.

Ao todo estão sendo cumpridos 10 mandados de busca e apreensão. Os agentes estão em ação em Curitiba, São José dos Pinhais e Tijucas do Sul. A suspeita é que os policiais tenham extorquido um empresário, do ramo de postos de combustível, da Região Metropolitana de Curitiba.

As ordens judiciais foram expedidas pelo Juízo da 4ª Vara Criminal de Curitiba e cumpridas na sede da DP, nas residências dos investigados e em cinco postos de combustíveis. A ação do Gaeco recebe apoio do Instituto de Criminalística e da Corregedoria-Geral da Polícia Civil.

Polícia Civil irá apurar os fatos

Em nota, a Polícia Civil do Paraná (PCPR) informou que participou do cumprimento dos mandados e irá apurar os fatos. Além disso, a instituição destacou que repudia atitudes de desvio de conduta e, caso comprovado, pode gerar demissões.

A Polícia Civil do Paraná (PCPR) participou do cumprimento de mandados de busca, em operação do Gaeco que investiga irregularidades cometidas por dois servidores lotados na Delegacia de Meio Ambiente.

Juntamente com a investigação criminal, a PCPR irá apurar os fatos em procedimento administrativo. Caso sejam comprovadas condutas irregulares, os servidores podem ser demitidos. A PCPR não coaduna com desvios de conduta e atua rigorosamente para puní-los.

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