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Gabigol paga R$ 110 mil para não responder processo contra a saúde pública

150 pessoas estavam no cassino clandestino na zona sul de São Paulo.

Redação RIC Mais
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Gabigol paga R$ 110 mil para não responder processo contra a saúde pública
Gabigol é detido em cassino ilegal em SP

26 de abril de 2021 - 18:48 - Atualizado em 26 de abril de 2021 - 18:48

O jogador do Flamengo Gabriel Barbosa Almeida, o Gabigol, pagou R$ 100 mil à Justiça de São Paulo para não responder processo de crime contra a saúde pública. Ele foi pego dentro de um cassino clandestino na zona sul da capital paulista, com 150 pessoas dentro. E de pessoas famosas não foi só ele. Também estavam no cassino o funkeiro MC Gui e o produtor artístico Rafael Vanucci, filho da cantora Vanusa, que faleceu ano passado.

O acordo que Gabigol fez é o que se chama na Justiça de transação penal, no qual a pessoa paga uma multa para que o processo seja extinto. Em geral, o juiz aplica a multa conforme o poder aquisitivo da réu. No caso do jogador, o juiz Fabricio Reali Zia, do Juizado Especial Criminal (Jecrim) no Fórum da Barra Funda, Zona Oeste da capital paulista, aplicou 100 salários mínimos, o equivalente a R$ 110 mil, que serão direcionados a o Fundo Municipal da Criança e do Adolescente.

A audiência de Gabigol ocorreu na tarde desta segunda-feira (26) e foi online. Durou 10 minutos e o jogador não comentou nada sobre a ocorrência. Apenas concordou com os termos da transação.

Já no caso de Vanucci, ele também transacionou, porém com multa de quatro salários mínimos, o equivalente a R$ 4.400. A audiência dele foi na última quinta-feira (22).

Já o funkeiro MC Gui ainda não teve audiência com a Justiça, que antes de propor o acordo, analisa se o réu tem ou não antecedentes criminais. Caso tenha, ao invés de transação penal, o réu responde a processo sem direito a acordo.

Cassino

Todos foram pegos num cassino clandestino no dia 14 de março. No dia, a polícia retirou do local diversas pessoas usando máscara, porém muitas outras sem usar a proteção. Todos foram levados à delegacia e assinaram termo circunstanciado por crime contra a saúde pública. A polícia identificou 22 pessoas no local com sendo os responsáveis pela jogatina.

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