Coronavírus

Festa clandestina em Curitiba em meio a pandemia do coronavírus causa revolta

Mais de 500 participantes teriam pago cerca de R$ 50 para estarem na festa clandestina

Renata
Renata Nicolli Nasrala / Editora
Festa clandestina em Curitiba em meio a pandemia do coronavírus causa revolta

11 de maio de 2020 - 00:00 - Atualizado em 1 de julho de 2020 - 14:46

Os vídeos de uma festa clandestina em Curitiba em meio a pandemia do coronavírus estão circulando nas redes sociais desde sexta-feira (8), causando revolta em diversos internautas. 

Marcada por aglomerações, o não uso de máscaras, muita bebida alcoólica e até DJ, todas as atitudes contrariam por completo as recomendações de segurança da Organização Mundial de Saúde e do Ministério da Saúde. 

Festa clandestina em Curitiba: ingresso para festa foi vendido a R$ 50

De acordo informações recebidas por meio de denúncias às equipes da RIC Record TV, uma casa com piscina no bairro Campo Comprido foi alugada para que a festa acontecesse, e mais de 500 participantes teriam pago cerca de R$ 50 para estarem na festa clandestina.

No local, um cardápio repleto de cervejas e vodkas importadas foi oferecido aos jovens, além de claro, uma piscina, DJ e muita música eletrônica. 

Conforme as denúncias, vídeos da festa foram compartilhados nas redes sociais, e entre alguns dos participantes estavam até influenciadores de Curitiba que somam milhares de seguidores.

Logo depois da repercussão da festa clandestina em Curitiba, não demorou muito para que a organização do evento fosse relacionada com uma casa noturna bastante conhecida na capital paranaense, já que um dos donos da balada foi visto no local. Com as imagens circulando, diversas pessoas fizeram comentários para que um boicote nas redes sociais do local acontecesse. 

Em nota, a casa noturna se manifestou e negou qualquer tipo de envolvimento com a festa clandestina. 

“Referente à suposta organização de festa particular e aglomeração de pessoas, esclarecendo que não possui qualquer vínculo com o ocorrido, assim como repudia todo e qualquer tipo de organização festiva e aglomeração de pessoas conforme orientações e determinação da Organização Mundial da Saúde (OMS)”.

Conforme Fábio Aguayo, presidente do Sindicato das Empresas de Gastronomia, Entretenimento e Similares de Curitiba, a situação é ainda mais preocupante porque está crescendo muito.

 “O poder público não está enxergando. Só as pessoas que estão indo nesses lugares estão enxergando? Será que é só eles que enxergam? Será que os vizinhos não escutam?”.

Além disso, Fábio enfatiza que as denúncias devem ser responsáveis, e que empresas que  não possuem relação com as festas não paguem o alto preço de um boicote. 

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