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Novo boletim da febre amarela confirma mais oito mortes de macacos

Casos de mortes de macacos sinalizam que o vírus está circulando no Estado; a única forma de prevenção contra a doença é a vacina

Carol
Carol Machado da equipe de estágio RIC Mais, sob supervisão de Renata Nicolli Nasrala com informações da AEN
Novo boletim da febre amarela confirma mais oito mortes de macacos
Alunos do 1 º ano do Colégio Marista Santa Maria se reuniram para limpar a Praia de Leste, no Paraná. (FOTO: Assessoria)

27 de fevereiro de 2020 - 00:00 - Atualizado em 27 de fevereiro de 2020 - 00:00

O novo boletim da febre amarela divulgado nesta quarta-feira (26), pela Secretaria de Estado da Saúde, confirmou mais oito mortes de macacos no Paraná.

O número de notificações passou de 485 para 560. Já são 91 mortes confirmadas, 188 permanecem em investigação, 60 já foram descartadas.

A 3° Regional de Saúde, de Ponta Grossa, é a que concentra o maior número de confirmações com 32 casos.

“Os casos de mortes de macacos sinalizam que o vírus está circulando no Estado, isso alerta para a necessidade de tomar a vacina contra a doença. A taxa de letalidade nos casos mais graves da doença é de 60%. Isso é muito preocupante, precisamos que a população entenda a necessidade e a importância da vacina na prevenção da doença”, alerta o secretário da Saúde, Beto Preto.

Seis novos municípios confirmaram mortes de macacos, confira:

  • Guarapuava;
  • Campo do Tenente;
  • Contenda;
  • São José dos Pinhais;
  • Santa Maria do Oeste;
  • Paulo Frontin;
  • Araucária

Em relação a casos de febre amarela em humanos, a Secretaria da Saúde informa que são 92 notificações desde julho de 2019, sendo que destas, 76 já foram descartados e 16 permanecem em investigação. Até o momento nenhum caso foi confirmado.

Como se proteger contra a febre amarela

A vacina é a única forma de prevenção contra a febre amarela. A vacinação pode ser feita nas unidades de saúde de todo estado. Uma única dose protege para toda a vida. Quem tem entre nove meses de idade a 59 anos, 11 meses e 29 dias deve receber a dose.

Os macacos não são culpados pela doença

A Secretaria da Saúde reforça, ainda, o alerta que os macacos não transmitem a febre amarela. Eles ocupam a função de sentinelas no enfrentamento da febre amarela, indicando o caminho que o vírus está percorrendo.

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