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Familiares e amigos protestam por mulher atingida na nuca em festa

Redação RIC Mais
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4 de janeiro de 2017 - 00:00 - Atualizado em 4 de janeiro de 2017 - 00:00

Foto RIC TV

Rosária foi atingida por tiro em uma festa no dia 23/12 e morreu no último domingo, primeiro dia do ano

A morte da copeira Rosária Miranda da Silva, 44 anos, foi lembrada nesta quarta-feira em protesto de amigos e familiares com camisetas brancas, faixas e cartazes.

Eles partiram do local do crime, um bar na Rua Mateus Leme, no bairro Centro Cívico, em Curitiba, e caminharam até o Tribunal de Justiça do Paraná. 

Rosária foi atingida por um tiro em uma festa no bar, no último dia 23, e depois de ficar internada morreu neste domingo (1o). O disparo foi feito por uma investigadora da polícia civil de folga. Ela teria atirado por irritação com o som vindo da festa, uma confraternização da empresa em que Rosária trabalhava.

A policial soltou bombinhas antes e, sem resultado, atirou quatro vezes na direção do evento. Ela deve responder pelo homicídio em liberdade. A juíza negou um pedido de prisão preventiva alegando que a policial se entregou espontaneamente e confessou os disparos. Ela responderá por dolo eventual, quando é assumido o risco de matar.

A família ficou indignada com a decisão da juíza. “Cadeia já!”, gritaram durante o protesto. Para custear o advogado do processo, amigos de Rosária estão fazendo uma vaquinha na internet para juntar R$ 10 mil.

Assista reportagem do Cidade Alerta sobre o caso:

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