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Família suspeita que vendedor de espetinho foi morto por homofobia

Guilherme
Guilherme Becker / Editor
Família suspeita que vendedor de espetinho foi morto por homofobia
Edisson Brittes mostra onde matou o jogdor Daniel. (Foto: Reprodução/RICTV)

17 de maio de 2019 - 00:00 - Atualizado em 17 de maio de 2019 - 00:00

O vendedor de espetinho, Rodrigo, foi morto em Araucária, região metropolitana de Curitiba, com golpes de pedras e tijolos. O caso ainda não teve a conclusão. A imprensa local levantou a hipótese do crime ter relação com tráfico de drogas. Entretanto, a família do jovem nega e suspeita que a motivação tenha sido homofobia.

Rodrigo tinha 19 anos e trabalhava na praça da cidade há cinco anos.

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Família quer investigação sobre morte

Os familiares de Rodrigo ainda sofrem o luto do jovem. A mãe, que revelou chorar todos os dias, lamentou não ter se despedido do filho. “Eu não vi meu filho sendo enterrado porque eu estava lá no hospital infartada”, conta a mulher as lágrimas.

O corpo de Rodrigo foi localizado a 18 km de distância do local onde estava trabalhando. A irmã não se contenta com a falta de informações sobre o crime. Para ela, o jovem pode ter sido morto por ódio a sua sexualidade.

“Na verdade ele era amigo de todos. A gente tem relatos em uma das filmagens que aparece eles batendo no meu irmão, empurrando meu irmão. E algumas cenas assim, que são muito fortes, que podem ser relacionadas a sexualidade dele”, comenta.

Assista a matéria do Cidade Alerta:

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