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Explosão em apartamento no Água Verde, em Curitiba, deixa quatro vítimas

Entre os feridos pela explosão apartamento no Água Verde está um menino de 11 anos; o edifício fica na Rua Dom Pedro I com Marquês do Paraná

Caroline
Caroline Berticelli / Editora
Explosão em apartamento no Água Verde, em Curitiba, deixa quatro vítimas
A explosão no apartamento no Água Verde ocorreu neste sábado. (Foto: Colaboração/Renato Rocha)

29 de junho de 2019 - 00:00 - Atualizado em 29 de junho de 2019 - 00:00

Uma explosão em um apartamento no bairro Água Verde, em Curitiba, na Rua Dom Pedro I com Marquês do Paraná, deixou quatro pessoas em estado grave durante a manhã deste sábado (29), por volta das 9h46. (Veja galeria de fotos abaixo)

Explosão em apartamento no Água Verde ocorreu no último andar

Sete unidades do Corpo de Bombeiro foram acionadas para controlar as chamas causadas pela explosão que ocorreu no apartamento do 6º e último andar do edifício. O fogo foi controlado, mas o local ficou completamente destruído. 

Vítimas da explosão 

De acordo com o Corpo de Bombeiros, as vítimas da explosão são: 

  • um menino de 11 anos, com ferimentos graves, precisou ser reanimado e foi encaminhado ao Hospital do Trabalhador. Por volta do meio-dia, a Secretaria de Saúde do Paraná, confirmou que a criança está no centro cirúrgico do hospital e seu estado de saúde ainda é delicado.
  • Gabriel de Araújo, de 27 anos, teve 35% da superfície corporal queimada e foi encaminhado ao Hospital Universitário Evangélico Mackenzie;
  • Raquel Cristine, de 23 anos, sofreu queimaduras em 80% do corpo e também foi encaminhada ao Hospital Universitário Evangélico Mackenzie;
  • uma quarta pessoa, sem confirmação de sexo e idade, sofreu queimaduras em 30% do corpo e, do mesmo modo, encaminhada ao Hospital Universitário Evangélico Mackenzie.

Gás pode ter provocado explosão seguida de incêndio

Vizinhos relataram que sentiram cheiro de gás no prédio. No entanto, ainda conforme o Corpo de Bombeiros, apenas a perícia poderá apontar com certeza o que causou a tragédia.

Já outras testemunhas, de outros edifícios, afirmaram que foi possível sentir o estrondo da explosão a quase uma quadra de distância.

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