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Europeia leiloa primeira vez por faculdade, apartamento e carro

Redação RIC Mais
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28 de maio de 2017 - 00:00 - Atualizado em 28 de maio de 2017 - 00:00

Kim tem 18 anos e disse querer pagar estudos e comprar apartamento com o dinheiro (Foto: Reprodução)

Ela justifica que pode ter a experiência com um homem ‘que mais tarde talvez acabe comigo’ ou ‘em vez disso, ganhar muito dinheiro’

“Olá. Meu nome é Kim e eu quero vender minha virgindade!”

Assim começa a mensagem que uma germano-austríaca de 18 anos e 1,78m enviou para um site de acompanhantes europeu.

“Quero estudar na Alemanha ou em Viena. Com o dinheiro, posso comprar um apartamento, pagar minhas mensalidades [da faculdade] e talvez ainda comprar um carro”, ela explicou.

O lance inicial que o site propôs para a virgindade Kim foi € 100 mil, ou R$ 365 mil. À medida que interessados façam propostas, o valor pode aumentar.

Kim também justificou a decisão da seguinte maneira: disse que poderia perder a virgindade com um homem “que mais tarde talvez acabe comigo” ou “em vez disso, ganhar muito dinheiro”. Ela citou como exemplo Aleexandra Khefren, uma romena igualmente de 18 anos que conseguiu € 2,3 milhões (cerca de R$ 8,4 milhões) por sua virgindade, vendida a um empresário anônimo de Hong Kong.

Kim garante ter um atestado certificando sua virgindade, e o site diz que o “comprador” pode “obviamente checar de novo sua virgindade com um médico da sua própria confiança”.

O site, que fica com 20% do valor final acordado, tem como coordenador um alemão de 26 anos que vive no porão da casa da sua mãe, não ciente do que o filho faz.

Ao jornal britânico Daily Mail, ele alegou não explorar ninguém: “Ninguém obriga estas jovens mulheres a fazer o que não querem. Elas têm suas próprias mentalidades e opiniões sobre sexualidade”.

Também explicou haver um “exame rigoroso” em torno do encontro, que passa pela checagem da saúde da mulher e cuidados com a sua segurança no dia do encontro (“estamos pela vizinhança se algo acontecer”). A “candidata” ainda teria que passar por um psicólogo, atestando plena capacidade mental.

Por esses e outros critérios de triagem, argumenta o coordenador do site, 80% dos mais de 30 pedidos de venda de virgindade que ele recebeu foram recusados. Já houve procuras de diferentes partes do mundo, diz, mas seu trabalho é filtrar os casos “genuínos”.

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