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Estudante esfaqueada por mãe de aluna está em coma na UTI

Redação RIC Mais
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30 de novembro de 2018 - 00:00 - Atualizado em 30 de novembro de 2018 - 00:00

A estudante está internada em coma, na UTI, no Hospital Evangélico (Foto: Luis Dantas)

Kamila Vitória Ferreira Pronçante, de 15 anos, está internada em estado grave na UTI do Hospital Evangélico, em Curitiba

Kamila Vitória Ferreira Pronçante, de 15 anos, está internada na UTI em estado grave, no Hospital Evangélico, após a mãe de uma aluna esfaquear a vítima no pescoço na chegada de uma escola, nesta quinta-feira (29), no bairro Boqueirão.

Segundo Solange Ferreira, mãe de Kamila, a filha está em coma com um coágulo na cabeça. “Minha filha está entubada, respirando por aparelhos. Os médicos disseram que esperam que ela reaja”, relatou bastante abalada a mãe da adolescente. 

Relembre o que aconteceu

Nesta quinta-feira, a mãe de uma aluna esfaqueou uma menina na chegada da escola, no bairro Boqueirão, em Curitiba. Segundo a mãe, a filha, de 15 anos, estava sendo ameaçada pela vítima e por uma gangue. “Essa menina pulou em cima de mim”, disse a suspeita ao ser detida em flagrande pela Polícia Militar (PM). 

Informações obtidas pela RICTV | Record TV, revelam que a tentativa de homicídio ocorreu quando a mãe levava a filha para a escola. Segundo a suspeita, um grupo teria se aproximado e tentado agredir a menina – o que, segunda a mãe, teria provocado a reação.

A vítima estuda no Colégio Estadual Milton Carneiro, no Alto Boqueirão, no périodo da manhã, e foi até o colégio da outra adolescente no período da tarde, onde foi esfaqueada na região da Praça Recanto dos Eucaliptos, após uma discussão.

Estudante esfaqueada está na UTI

De acordo com o Hospital Evangélico, a adolescente Kamila Vitória Ferreira Pronçante passou por cirurgia e foi internada na UTI devido ao seu delicado estado de saúde.  

Adolescente esfaqueada não era aluna do Colégio

Em nota, a Secretaria de Estado da Educação (SEED) informou que “a adolescente que não é estudante do colégio” e que “nenhum dos demais estudantes ou profissionais do colégio está envolvido de qualquer maneira no episódio”.

Ainda de acordo com a SEED, “o Núcleo Regional de Educação de Curitiba acompanha o caso e presta apoio à equipe gestora da escola quanto a reforçar ações de prevenção e enfrentamento à violência no ambiente escolar”.

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