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Rachel Genofre: perito revela detalhes sobre a investigação que durou 11 anos “a Polícia Científica nunca parou”

Hemerson Bertassoni contou que o momento da identificação foi de muita comoção

Guilherme
Guilherme Becker / Editor
Rachel Genofre: perito revela detalhes sobre a investigação que durou 11 anos “a Polícia Científica nunca parou”
Confira a entrevista completa com o perito (FOTO: REPRODUÇÃO/ RIC)

23 de setembro de 2019 - 00:00 - Atualizado em 1 de julho de 2020 - 15:35

A identificação do acusado de estuprar e matar a menina Rachel Genofre veio apenas 11 anos após o crime. Entretanto, a resolução do crime só foi possível em razão de um trabalho eficiente da Polícia Científica. Nesta segunda-feira (23) o perito oficial em DNA Forense, Hemerson Bertassoni, esteve nos estúdio da RIC | Record TV e participou do programa Cidade Alerta.

Além de esclarecer todo o processo até a identificação do homem que cometeu o crime contra Rachel Genofre, Hermerson contou um pouco sobre o trabalho da Polícia Científica.

Perito esclarece o processo de identificação de suspeito

Sobre o processo de investigação do caso Rachel, Hemerson destacou que, apesar de muitos desacreditarem da resolução do crime, a polícia nunca deixou de trabalhar. “Foi um trabalho hercúleo, desde 2008 quando produzimos o perfil genético até 2019 quando chegamos a ver a combinação do perfil genético deste indivíduo com o perfil genético produzido retirado do corpo da Rachel”, conta o perito.

Hemerson também destacou que o perfil genético do homem, que cometeu o crime, foi produzido após o corpo da menina chegar ao Instituto Médico Legal (IML) e peritos analisarem vestígios de sêmen encontrados na vítima. Após a porodução deste perfil genético, foram realizadas mais de 170 comparações com suspeitos, em um trabalho juntamente com a Polícia Civil.

Há um mês, após a liberação da base de dados de São Paulo foi possível a confirmação da localização do suspeito, preso em Sorocaba desde 2016. “A gente realmente sempre fica na dúvida, mas ele foi confirmado, e nós temos toda a segurança para dizer que estes perfis são homólogos, iguais”, conta Hermerson.

Atualmente aproximadamente entre 60 e 70% dos presos no Paraná possuem o perfil genético registrado

Confira a entrevista completa:

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