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O olhar para o novo

Como romper com o tradicional

Kauana
Kauana
O olhar para o novo

16 de novembro de 2020 - 11:03 - Atualizado em 16 de novembro de 2020 - 11:03

Empresas que tem muitas décadas elas têm legado. Elas não chegaram aqui a toa. Elas vieram se desenvolvendo e se aprimorando criando produtos e serviços. E a inovação é uma necessidade de qualquer empresa para que ela continue competitiva.

“Eu sempre tive essa preocupação de ver onde que há a oportunidade de melhoria, algo que possa ser feito um pouco mais rápido ou um pouco mais simples e com menos custo.”

Este é o perfil de Alexandre Conceição, CIO da BB Tecnologia e Serviços, que atua em negócios digitais e produtos digitais para o mercado.

“É por isto que costumamos dizer que muitas empresas já inovam, que podem usar a lei do bem a seu favor, mas que ainda não enxergam como fazer isso.”

Explica Kauana Vissotto, CEO da aceleradora de inovação aberta Condor Connect.

E o grande diferencial de inovação no mercado está em saber usar a capacidade humana da sua equipe na sua plenitude. Muito mais intelectual, muito mais criativa do que braçal ou repetitiva. Entregar melhores condições de trabalho e ao cliente uma experiência mais completa.

Qual é o olhar para o novo

As empresas falam de inovação na teoria, mas na prática não trabalham a cultura das empresas. As empresas conduzem as atividades, os seus processos e os produtos em função de modelos que são herdados desde a era industrial. Fazer mais, mais rápido e com menos custo.

É preciso utilizar de fato tudo o que está disponível para transformar a maneira de fazer as coisas, e este é o olhar para o novo. Muitas das tecnologias que experimentamos hoje já estavam disponíveis a muitos anos. A novidade não é a tecnologia, é a nossa experiência com aquilo.

Um exemplo muito evidente com a pandemia são as reuniões online. A videoconferência já existe há muitos anos. Mesmo assim as empresas ainda continuavam fazendo suas reuniões presenciais, gastando muito tempo e dinheiro em viagens apenas para tomar algumas decisões.

Trabalhar a transformação digital é apenas mudar a maneira de olhar para o novo. Utilizar a tecnologia digital de modo muito mais eficiente, muito mais integrada.

O modelo de produção vai se reconfigurando com esta transformação. Temos que pensar me produtos e serviços exponenciais, que podem ser oferecidos num volume muito maior de pessoas. É preciso atingir uma escala muito maior, que antes não era possível devido as limitações físicas.

E qual é o primeiro passo para inovar a cultura

“Eu entendo que esse olhar novo para as coisas é justamente uma abertura de cada um para poder experimentar aquilo que está disponível. Até o ponto em que você transforma aquilo num hábito, e você consegue incorporar isso no seu dia a dia, na sua forma de trabalho”

Explica Alexandre, contando das suas experiências vividas.

O consumidor em geral está mais preparado para esta tecnologia do que as grandes empresas. Ele absorve a tecnologia muito mais rapidamente. Com isto tem demandado cada vez mais produtos melhores, e experiências melhores, ficando cada vez mais exigente e pagando menos pelos serviços.

E o poder de influência de cada consumidor está muito maior com o digital. A voz do consumidor se amplificou. Com um simples comentário nas redes sociais, os consumidores podem potencializar o sucesso ou o fracasso de um negócio.

Acompanhe na íntegra o bate papo:

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