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Em Palotina, 15 pessoas são presas durante operação contra o tráfico

Redação RIC Mais
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22 de novembro de 2018 - 00:00 - Atualizado em 22 de novembro de 2018 - 00:00

Operação contra o tráfico de drogas em Palotina prende 15 pessoas. (Foto: Divulgação/PM)

Segundo as investigações, os grupos criminosos identificados agiam a partir do comando de líderes que estão presos na cadeia de Palotina

Quinze pessoas foram presas em Palotina, no oeste do estado, nesta quinta-feira (22), durante uma operação do Ministério Público do Paraná (MP-PR) contra o tráfico de drogas. A operação foi realizada pela Promotoria de Justiça de Palotina em conjunto com a Polícia Militar.   

Investigações

De acordo com o MP-PR, a operação foi realizada após pouco mais de quatro meses de investigações, conduzidas com o apoio do Serviço de Inteligência do 19º Batalhão de Polícia Militar, relacionadas aos crimes de tráfico de drogas (especialmente cocaína) e associação criminosa para o tráfico.

Durante a apuração dos fatos, foi descoberto que os grupos criminosos identificados agiam a partir do comando de líderes que estão presos na cadeia de Palotina.

Os mandados foram cumpridos nas residências dos investigados, em Palotina e um em Terra Roxa, onde foram apreendidas drogas (maconha e cocaína), celulares, notebooks e aproximadamente R$ 16 mil em dinheiro.

Líderes do PCC usavam Wi-fi da penitenciária em Piraquara para dar ordens

Líderes do PCC presos na PEP usavam Internet da penitenciária. (Foto: Taís Santana/RICTV Curitiba)

Nesta terça-feira (20), a Polícia Federal (PF) deflagrou a Operação Pregadura com o objetivo de reprimir crimes cometidos por indivíduos que ocupam posições de liderança no PCC dentro e fora dos sistemas prisionais do Brasil.

Durante as investigações foi descoberto que nove líderes do Primeiro Comando da Capital (PCC) presos na Penitenciária Estadual de Piraquara II (PEP), na Região Metropolitana de Curitiba, usavam o Wi-fi da própria PEP para dar ordens aos seus soldados do crime. De acordo com a PF, pela Internet eles mantinham contato com outros criminosos e até organizavam tribunais do crime on-line para julgar outros integrantes da facção. Além do Wi-fi, os nove líderes presos da PEP também usavam bilhetes para comandar o comércio de drogas e armas, determinaram rebeliões e até a morte de agentes penitenciários.”Os bilhetes são dos mais variados, você tem desde autorizações para utilização de armas de fogo para ataques a facções rivais, cobrança de dívidas – nesses casos tivemos diversas ligações em que os próprios integrantes da facção têm punição como quebra de membros e espancamento. Os chefes da facção acompanham esse espancamento por telefone para saber se foi cumprida a missão”, explicou Martin Purper, delegado federal, na ocasião. 

*Com informações de Leandro Souza, repórter da RICTV Oeste

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