Educação

Protocolo de retorno para atividades presenciais infantis no Paraná é formalizado

O documento, elaborado em conjunto com a Secretaria de Educação do Estado, estabelece uma série de padrões rígidos de cuidados que deverão ser tomados pelas instituições de ensino

Caroline
Caroline Berticelli / Editora
Protocolo de retorno para atividades presenciais infantis no Paraná é formalizado
Foto: Ilustrativa/Pixabay

13 de agosto de 2020 - 18:09 - Atualizado em 13 de agosto de 2020 - 18:15

O protocolo de prevenção da covid-19 para o retorno das atividades presenciais para bebês e crianças de zero a três anos de idade foi formalizado na Secretaria de Educação de Estado (SEED), pelo Sindicato das Escolas Particulares (Sinepe/PR), nesta quarta-feira (12). 

De acordo com o sindicato, o documento foi elaborado em conjunto com a Secretaria de Educação do Paraná e estabelece uma série de padrões rígidos de cuidados que deverão ser tomados pelas instituições de ensino, quando o retorno às atividades presenciais for autorizado pelos órgãos de saúde.

O protocolo ressalta ainda a importância de que cada escola ou creche também disponha de normas próprias, elaboradas em consonância com as características específicas do local. 

“Entre as orientações do protocolo está a importância da definição de um protocolo próprio das instituições, uma vez que cada escola possui a sua particularidade”, explica Esther Cristina Pereira, presidente do Sinepe/PR. 

“O desenvolvimento integral da criança em seus aspectos físico, psicológico, intelectual e social já foi duramente afetado”, avalia Esther. “Por isso, a necessidade de ter protocolos já estabelecidos para o retorno antecipa discussões fundamentais, assim como fornece orientações às instituições sobre como proceder da melhor forma, respeitando o parecer de órgãos de saúde”, completa.

A elaboração do Protocolo de Prevenção da Covid-19 foi atribuída à rede privada de ensino, conforme Resolução Conjunta n.º 01/2020 – CC/SEED. O Sinepe/PR ainda pontua que para retomar as aulas, as instituições de ensino seguirão as recomendações das autoridades de saúde nacionais e locais com relação a data de retorno.

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