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Edital para emprestar smartphones aos alunos da UEM deve sair amanhã

Veja quem tem direito aos aparelhos

Brenda
Brenda Caramaschi
Edital para emprestar smartphones aos alunos da UEM deve sair amanhã
Foto: Ilustrativa/Foundry Co/Pixabay

30 de julho de 2020 - 17:15 - Atualizado em 30 de julho de 2020 - 17:15

Está prevista para amanhã, 31, a publicação do edital da Universidade Estadual de Maringá a emprestar smartphones aos alunos da instituição. Os aparelhos serão destinados a estudantes que não têm internet ou não possuem equipamento para assistir às aulas remotas, que foram aprovadas pelo Conselho de Ensino e Pesquisa da UEM. Para se candidatar, o aluno deve seguir alguns requisitos, como estar regularmente matriculado na instituição, ter renda familiar por pessoa de até um salário mínimo e seguir o cronograma das disciplinas que serão oferecidas de forma remota. Os aparelhos terão chip de acesso à internet banda larga. Quem emprestar o smartphone precisará assinar um termo de depósito, assumindo a responsabilidade pela guarda e pelo bom uso dos aparelhos.

A quantidade exata de aparelhos smartphones ofertados no edital ainda não está definida, mas a UEM deve suprir a falta de internet e recursos tecnológicos de todos aqueles que se inscreverem e se adequarem aos requisitos. O Ensino Remoto Emergencial terá início no dia 17 de agosto para os alunos da graduação e a intenção é que todos que necessitem tenham recebido os smartphones antes dessa data. Um levantamento feito com aproximadamente 7 mil alunos da instituição mostrou que ao menos 200 estudantes não têm um aparelho que permita assistir às aulas ou encontrar dificuldade para acessar a internet, mas o número pode ser maior, uma vez que a UEM tem cerca de 15 mil estudantes apenas nos cursos de graduação presencial. 

O ano letivo de 2020 ainda não começou, por conta da pandemia do coronavírus, e a decisão do retorno às aulas teve debates acalorados, já que alguns estudantes não queriam a aprovação do ensino remoto. Durante a reunião do Conselho que decidiu pela retomada por meio de aulas não presenciais, uma professora chegou a ofender um aluno usando um termo homofóbico