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Edison Brittes: policiais estariam envolvidos com o suspeito no caso Daniel

Redação RIC Mais
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20 de novembro de 2018 - 00:00 - Atualizado em 20 de novembro de 2018 - 00:00

Edison Brittes grava vídeo de dentro da cela (Foto: reprodução do vídeo enviado pelo advogado de Brittes)

Edison Brittes, principal suspeito de matar o jogador Daniel, possui relações suspeitas com policiais

Quem é o policial militar que correu para ajudar Edson Brittes quando foi preso? O que diz o policial civil dono do veloster usado para transportar o jogador daniel ainda vivo? Esses são mais dois pontos que surgem relacionados ao crime de maior repercussão no Paraná nos últimos anos, envolvendo a morte do jogador Daniel.

Edison Brittes teria relações suspeitas com policiais e criminosos, que passaram a ser objeto de investigação por parte das autoridades que cuidam do caso. Durante entrevista à RICTV, o promotor do caso envolvendo o jogador Daniel, João Milton, disse que “tudo tem origem estranha”.

Relações de Edison no caso Daniel

Edson Brittes, o Juninho Riqueza, confessou o crime para a polícia. Desde então, o comerciante, dono de duas lojas de frios, se revelou um homem com relações suspeitas.

A moto de mil cilindradas que exibia nas redes sociais é de um preso pela Polícia Federal por tráfico. O chip do celular utilizado por ele era de um outro que foi morto numa troca de tiros.Já a carretinha, de um preso por furto de veículos.

Carro utilizado por Edison Brittes

O veloster que estava com Juninho Riqueza’ e que serviu para transportar daniel ainda vivo foi apontado como sendo de gaúcho. Em nota, a defesa do policial informou que o carro foi vendido para Brittes em junho deste ano. E que desde esta data gaúcho não tem qualquer vínculo com o referido bem.

Contudo, não explica qual a relação do policial com a empresa de material de construção que consta como verdadeira dona do veículo no Detran.

Posse de arma de fogo

No mesmo mês de junho, dez dias antes do negócio, Edison Brittes foi detido pela PM por posse ilegal de arma de fogo. Conforme o boletim de ocorrência, teve a ajuda de um tenente da PM que foi até a delegacia à paisana – Rocha está lotado no 23 Batalhão na Cidade Industrial de Curitiba.

O tenente seria novo na capital e não há informações de como conheceu juninho riqueza – o caso foi parar na corregedoria da PM.

Vídeo de Edison

Edison Brittes gravou um vídeo de dentro da sua cela, no Centro de Triagem 1 (CT1), no Centro de Curitiba, para reafirmar que não está sofrendo nenhum tipo de agressão no local. Assista!

Assista à reportagem completa:

O repórter Daniel Santos, da RICTV Curitiba, traz os detalhes sobre o caso Daniel e as relações suspeitas de Edison Brittes.

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