Economia

Sustentabilidade e visão dos stakeholders: a receita da Alegra Foods

Redação RIC Mais
Redação RIC Mais

11 de dezembro de 2017 - 00:00 - Atualizado em 11 de dezembro de 2017 - 00:00

O cuidado e o respeito da Alegra ao meio ambiente vêm desde as granjas, das mãos dos produtores que geram a matéria-prima até a concepção da planta da Unidade Industrial de Carnes (UIC) (Foto: Divulgação)

Marca paranaense de cortes suínos premium apresentou relatório de performance de 2016 a fornecedores, colaboradores e cooperados cotistas

Ser sustentável é desenvolver-se no presente sem comprometer as necessidades das gerações futuras, fazendo uso responsável dos recursos humanos e naturais. Esse é um dos conceitos que norteiam a atuação da marca paranaense de cortes suínos premium Alegra Foods. No relatório de performance de 2016 da Unidade Industrial de Carnes (UIC), a junção das três cooperativas holandesas Frísia, Castrolanda e Capal apresentou os resultados nos aspectos sociais, econômicos e ambientais aos seus stakeholders (públicos estratégicos interessados no negócio). A empresa, que completa três anos dezembro, quer construir a curto prazo um posicionamento amplo de sustentabilidade que inclua as expectativas dos seus stakeholders: suinocultores, consumidores, clientes, parceiros institucionais, fornecedores de insumos e comunidade local no âmbito externo, e colaboradores, gestores, alta liderança e cooperados cotistas no âmbito interno. Seguir valorizando a sustentabilidade e a opinião dos públicos que a orbitam é o principal ingrediente da receita de longevidade da Alegra Foods.

Em 2016, a produção total da marca paranaense somou 69.969,80 toneladas de 294 tipos diferentes de produtos comercializados e exportados para 23 países. Números que não seriam possíveis sem o ativo mais valioso da Alegra: 1.068 colaboradores permanentes, dos quais 516 admitidos no ano passado.

O desenvolvimento dos funcionários é ponto chave para o sucesso do negócio, por isso o investimento é grande em capacitação. Em 2016, em média, cada colaborador efetivo esteve por 6,28 horas em treinamento. A estrutura operacional oferecida conta com postos de trabalho seguros, confortáveis e produtivos, que garantem mais inclusão e diversidade no perfil dos colaboradores, além de paisagismo e áreas de descanso e convivência.

Ser sustentável também é ser renovável. O cuidado e o respeito da Alegra ao meio ambiente vêm desde as granjas, das mãos dos produtores que geram a matéria-prima até a concepção da planta da Unidade Industrial de Carnes (UIC). A unidade conta, entre outras iniciativas, com sistema em toda a área de telhados que capta a água da chuva (cerca de 10% do consumo), e o restante aduzido do Rio Piraí, que recebe de volta o efluente tratado. A Alegra utiliza uma matriz energética baseada predominantemente em fontes renováveis que representam 98% do consumo. Um sistema de absorção utiliza o vapor residual da indústria como insumo para o processo de geração de frio, gerando economia e evitando o desperdício de recursos naturais. Os relatórios de emissões atmosféricas demonstraram que a empresa atendeu à Resolução SEMA 016/2014, que define critérios para o Controle da Qualidade do Ar: fontes novas de combustão externa, referente à geração de calor ou energia utilizando derivados de madeira como combustível e com potência térmica entre 0,05 e 0,15 MW.

O bem-estar garantido aos funcionários é estendido aos animais em todo o processo de manejo conforme padrões e normas europeus, já que no Brasil ainda não há legislação sobre o tema. Em 2016, foram processados 650 mil suínos, sendo 97,5% procedentes das três cooperativas fundadoras e os demais de empresas que atendem aos padrões de qualidade. O manejo pré-abate e o transporte dos suínos são realizados de forma a atender as práticas de bem-estar animal. No abate, a insensibilização é realizada na câmara de gás utilizando CO2 que reduz o estresse animal e garante melhor qualidade da carne.

Os produtos e serviços Alegra passam por avaliações de impactos em saúde e segurança que buscam melhorias, sendo as principais práticas auditorias de qualidade de matéria-prima, operação e produção, auditorias de fornecedores e clientes específicos, fiscalização sanitária (inspeção federal), avaliação do mercado externo e laboratório, sistema de gestão integrada com treinamento de facilitadores, logística (monitorando a distribuição) e acompanhamento da sanidade animal. Tudo isso reflete na qualidade da carne que o consumidor coloca na mesa, entre presuntos, apresuntados, linguiças, salames, bacon e copa, além dos melhores e mais saborosos cortes suínos do mercado. A satisfação do consumidor é garantia de longevidade da marca.

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