Economia

Martha Seillier deve deixar governo para assumir cargo no BID, dizem fontes

Reuters
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Martha Seillier deve deixar governo para assumir cargo no BID, dizem fontes
Edifício do Ministério da Economia, em Brasília (DF)

28 de abril de 2021 - 15:18 - Atualizado em 28 de abril de 2021 - 15:20

Por Rodrigo Viga Gaier

RIO DE JANEIRO (Reuters) – A secretária especial do Ministério da Economia responsável pelo Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), Martha Seillier, pode ser a próxima a deixar a equipe do ministro Paulo Guedes, segundo duas fontes do governo.

Ela estaria em tratativas para assumir um cargo no Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), em Washington, de acordo com as fontes.

A secretaria do PPI é responsável por tocar processos de concessões, parcerias e privatizações de empresas e ativos públicos.

“Ela está dentro de um processo negociador com o BID e já comunicou aos superiores, está conversando com o futuro empregador”, disse uma das fontes, em condição de anonimato.

Outra baixa considerada certa na Economia é a da secretária especial adjunta de Comércio Exterior, Yana Dumaresq, que vai atuar na iniciativa privada, disseram as fontes.

Na quarta-feira, ao anunciar mudanças em sua equipe, Guedes afirmou que Seillier havia recebido propostas, mas não confirmou sua saída.

“A Martha é outra coisa, a Martha está recebendo propostas de fora, tudo isso, mas é outro assunto”, afirmou. Mais cedo, a própria secretária disse que “no momento” seguia no cargo, mas acrescentou que eventualmente membros do time podem “mudar de posição”, mas seguir apoiando o projeto do ministro. [S0N2LS005]

Após um dia de intensas especulações e vazamentos, Guedes confirmou na noite de terça uma dança das cadeiras em sua pasta. O secretário especial de Fazenda, Waldery Rodrigues, que sofreu desgaste durante o processo de discussões com o Congresso sobre o Orçamento de 2021, será substituído por Bruno Funchal, hoje secretário do Tesouro. Para o lugar de Funchal irá Jeferson Bittencourt, assessor especial no ministério.

Procurada, Martha Seillier não respondeu à Reuters.

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