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É PRECISO TER CALMA

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É PRECISO TER CALMA

13 de novembro de 2020 - 11:45 - Atualizado em 13 de novembro de 2020 - 11:45

Resumo da matéria

MINUTO DO RIVA: É NECESSÁRIO SE PAGAR NA PROPORÇÃO DO QUE SE FAZ!

É fundamental acreditar na justiça! Há muitos casos chocantes, como a morte do menino João Miguel, atropelado em Curitiba, no bairro Uberaba. O garoto brincava, correu para rua e acabou morto no acidente. Revoltante? Sim, por óbvio. Ninguém consegue sentir a dor dessa família, é impossível ter noção se não passarmos por isso, sem contar que, um pai enterrar um filho não é a ordem natural da vida, torna tudo mais trágico e dolorido.

Gostaria de chamar a atenção aqui para uma coisa. A busca por justiça é um direito, não podemos é cair no justiçamento. Existem no Paraná 7 milhões e 300 mil motoristas e mais de 7 milhões de veículos, ou seja: o local mais provável de haver uma tragédia é no trânsito!

O homicídio culposo se caracteriza por negligência, imprudência ou imperícia, com penas que se iniciam em 8 anos. A lei tem um princípio básico, que é o da proporcionalidade, em suma, cada um paga na proporção do que faz. No caso desse menino, que lamentavelmente morreu, o motorista tem 19 anos, estava trabalhando (levava a caminhonete para o aeroporto, já que é funcionário de uma empresa de locação de carros) e existe a suspeita de que estivesse a 90km/h numa via de 30 km/h, portanto, uma qualificadora de imprudência. É completamente diferente do caso de João Hélio, garotinho morto em 2007 depois de um assalto e os criminosos o arrastaram pelas ruas do rio – a pena não pode ser a mesma, como já houve comparações nesse sentido.

No trânsito todos estamos expostos, contudo, nem todos que se envolvem em acidentes são bandidos, dignos de uma vida toda na cadeia.

Respeitemos os limites da lei, ou, então, voltaremos aos excessos e barbáries – “olho por olho, dente por dente”.

Revolta? Sim!

É desolador? Muito!

Só peço a observação da prudência e do discernimento.

Torço pela justiça, lamento pela dor e perda da famílias, entretanto, necessitamos acreditar no processo legal, além de torcer para que ninguém mais passe por isso.

“É nóis”.

Sorte e paz!

Vamos juntos.

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