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Dengue: 1.602 casos prováveis são registrados em janeiro de 2019 no Paraná

Redação RIC Mais
Redação RIC Mais

27 de fevereiro de 2019 - 00:00 - Atualizado em 27 de fevereiro de 2019 - 00:00

Os casos são chamados prováveis porque o diagnóstico de dengue não precisa ser exclusivamente por exame laboratorial, mas, também, por critério clínico epidemiológico. Imagem: Dreamstime

No comparativo com o mesmo período do ano passado, esse aumento foi de 648,6%, o que representa o terceiro maior aumento entre os estados brasileiros.

O município de Itambé encontra-se em alerta epidemiológico para Dengue. Já são 59 notificações, dentre as quais, 14 deram positivo. As demais estão em andamento. De acordo com a Secretaria de saúde, o município conta com três Agentes Comunitários e mais três foram contratados em caráter emergencial.

Sessenta pessoas participam do Arrastão da Dengue

Outras ações estão sendo realizadas para evitar o surto. A secretária de saúde de Itambé, Francielly Honda, informou que na semana passada foi realizado o Arrastão da Dengue em que sessenta pessoas fizeram a limpeza de todos os terrenos da população de Itambé. “O Fumacê da Dengue também chegou para ajudar e dar apoio para os agentes”, enfatiza.

Alerta de surto para todo o Paraná

No município de Moreira Sales, que também fica na região noroeste do estado, já foram 100 notificações e 30 casos confirmados. No entanto, o alerta vai para o estado inteiro já que o Paraná registrou 1.602 casos prováveis de Dengue em janeiro de 2019, segundo o Ministério da Saúde. No comparativo com o mesmo período do ano passado, esse aumento foi de 648,6%, o que representa o terceiro maior aumento entre os estados brasileiros.

Casos prováveis também são considerados

Os casos são chamados prováveis porque o diagnóstico de dengue não precisa ser exclusivamente por exame laboratorial, mas, também, por critério clínico epidemiológico, quando o médico faz o diagnóstico pelos sintomas e outras questões, como a circulação comprovada do vírus naquela região.

O aumento dos casos alerta para a necessidade de intensificar as ações de eliminação dos focos de Aedes aegypti. Vale lembrar que o mosquito também transmite, entre outras doenças, Zica e Febre Chikungunya, por isso, a população deve manter práticas simples como não deixar acumular água em recipientes e garrafas

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