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Defesa de Manvailer chega confiante para o júri: “Manvailer errou, mas não matou”

Claudio Dalledone ainda comentou sobre uma “testemunha imprescindível” que está se recuperando da covid-19 e não poderá comparecer ao júri

Guilherme
Guilherme Becker / Editor com informações de Daniela Borsuk

4 de maio de 2021 - 09:13 - Atualizado em 4 de maio de 2021 - 09:13

A equipe de defesa do réu Luis Felipe Manvailer chegou ao Fórum de Guarapuava pouco depois das 8h, desta terça-feira (4). O advogado Cláudio Dalledone destacou a confiança para o júri popular. De acordo com o representante de Manvailer, o biólogo errou em agredir a esposa, porém, não matou.

“Eu tenho a prova segura que ele, o Manvailer, ele errou quando bateu, mas não matou. E a prova é científica, a prova é testemunhal, e tudo isso vai ser colocado ao conselho de sentença. Luis Felipe Manvailer não vai ser julgado pelas imagens do elevador, Luis Felipe Manvailer não vai ser julgado pelo que um auxiliar de necropsia, que tem uma conduta profissional questionável disse com interesses subalternos que houve ali uma asfixia.  Luis Felipe Manvailer vai ser julgado pelo povo de acordo com o que a lei determina e que a prova científica indica. Manvailer errou, mas não matou”,

declarou Dalledone.

Para o julgamento, Dalledone declarou que espera um júri dentro da legalidade.

“A defesa veio aqui para fazer o júri, aliás, da outra feita também veio para fazer o júri, e um ato vergonhoso dos acusadores, que infelizmente foi consentido pelo juiz, não permitiu que nós usássemos vídeos constantes do processo, que nós não pudéssemos trabalhar com a prova contida dentro dos autos e por isso nós tivemos que abandonar o plenário justificadamente […] Que seja um julgamento dentro da legalidade, que nós não tenhamos nenhuma infantilidade por parte dos acusadores”,

contou Dalledone.

TEMPO REAL: Acompanhe aqui todas as informações do júri popular desta terça-feira (4)

“Testemunha imprescindível”

No início da noite desta segunda-feira (3), véspera do júri popular, a defesa de Manvailer revelou que uma testemunha de defesa está se recuperando da covid-19 e não poderá comparecer presencialmente ao Fórum. Esta já é a quarta vez que o julgamento é marcado, nas outras três oportunidades precisou ser adiado.

“Iremos verificar se essa testemunha pode ser ouvida por videoconferência. Há uma série de decisões a serem tomadas a partir do que pretende o juiz. Ela é uma testemunha de defesa indicada e gravada com a cláusula de imprescindibilidade”,

revelou Dalledone.

Para a decisão, Dalledone contou que o juiz deverá decidir sobre como a testemunha poderá participar, ou se poderá ser substituída.

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