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Defesa Civil orienta sobre os riscos de afogamentos em cavas e rios

Redação RIC Mais
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10 de janeiro de 2017 - 00:00 - Atualizado em 10 de janeiro de 2017 - 00:00

Foto: Divulgação/ Valdecir Galor/SMCS

Banhos no mar e em piscinas também exigem atenção

Casos de afogamentos em cavas e rios são comuns nesta época de altas temperaturas. No entanto, nadar em cavas é proibido em Curitiba e na Região Metropolitana. Mesmo em com a presença de placas orientando as pessoas a não entrarem nestes locais, muitos se arriscam na tentativa de se refrescar.

Por iesta motivo, a Coordenadoria Municipal de Proteção e Defesa Civil de Curitiba enviou à população uma nota de alerta sobre os perigos de nadar em cavas. Esses locais escondem buracos, galhos, limo e outros obstáculos que podem impedir a saída da pessoa da água e levar à morte por afogamento.

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Nos rios também existem vários perigos, pois não é possível saber qual o relevo embaixo da água. Brincadeiras como saltar de alturas elevadas, ou em locais onde não se sabe a profundidade, também devem ser evitadas. Obstáculos no fundo da água podem causar lesões na coluna vertebral, cabeça e outras partes do corpo. 

Nas praias, a orientação da Defesa Civil é que os banhistas fiquem próximos de onde estão os guarda-vidas. Além disso, é importante respeitar a sinalização existente, evitando nadar em locais onde há bandeiras vermelhas, que indicam mar agitado. Crianças, idosos e pessoas com deficiência devem ficar em constante observação quando entrarem no mar.

Nas piscinas, o cuidado deve permanecer. Um importante alerta é em relação aos sistemas de bombeamento e filtragem das piscinas, que podem sugar cabelos e membros de banhistas, principalmente das crianças. Incidentes deste tipo também podem causar afogamentos. Os banhistas devem observar se os ralos do sistema de bombeamento e filtragem estão devidamente protegidos. Também é importante observar a profundidade das piscinas e supervisionar as crianças para que respeitem essas profundidades.

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