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Defesa alega que serial killer não escolheu vítimas pela orientação sexual

Advogados solicitaram que seja realizado um laudo psicológico no criminoso, a fim de apontar possíveis transtornos.

Laura
Laura Luzzi / Estagiária com informações de Tiago Silva, da RIC Record TV de Curitiba, e supervisão de Daniela Borsuk

Em entrevista coletiva nesta terça-feira (1), Rodrigo Riquelme, advogado de defesa de José Tiago Correia Soroka, afirmou que a escolha das vítimas do suspeito de ser um serial killer não diz respeito à orientação sexual. O advogado alegou transtornos mentais e negou homofobia por parte de Soroka.

Ainda de acordo com Riquelme, as vítimas eram escolhidas aleatoriamente e o assassino prezava pela facilidade em entrar nas residências. A defesa solicitou que seja realizado um laudo psicológico no criminoso, a fim de apontar possíveis transtornos dessa natureza.

José Tiago Soroka foi preso no dia 29 de maio, em Curitiba, e confessou o homicídio de três homens homossexuais no Paraná e em Santa Catarina. O serial killer confirmou para a polícia que o número de vítimas é ainda maior, mas não especificou o número exato.

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