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Dani Alves fala sobre seu retorno à lateral direita e seleção Brasileira

Gazeta
Gazeta Esportiva

24 de maio de 2021 - 23:30 - Atualizado em 26 de maio de 2021 - 11:00

Campeão do Paulistão e de volta à seleção brasileira, Daniel Alves vive uma das melhores fases desde sua volta ao Brasil.

Um dos momentos mais importantes da temporada 2021 foi a volta do atleta ao lado direito do campo, o que lhe rendeu também o prêmio como melhor lateral direito do Campeonato Paulista.

“A gente sempre espera ir para a seleção. É pra isso que eu trabalho. Estava com saudade de ver meu nome na lista. Estava esperando a continuidade depois da Copa América que fiz. Acabou que, eu indo para uma posição que eu não conhecia (no meio-campo) fez eu ter mais argumentos futebolísticos para quando voltasse para a lateral. As pessoas criaram muitos fantasmas de eu não querer jogar na lateral, mas eu nunca disse isso. Só achava que podia ajudar muito mais o São Paulo em outra posição. Quando o Crespo chegou eu falei que queria ajudar o São Paulo, independente da posição”, declarou ao programa Bem, Amigos! do SporTV.

O jogador sofreu uma lesão na disputa da final do Campeonato Paulista, com o Palmeiras, e ainda não sabe se irá conseguir participar das próximas rodadas das Eliminatórias para a Copa do Mundo.

“Estou no processo de recuperação. Foi bem assustador pela dor que senti no momento. Depois que fizemos as provas, deu pra ver q não foi nada muito grave. Um pequeno estiramento no colateral interno. Estamos debatendo ainda se vou para a seleção ou não. Mas sempre pensando em estar 100%. Defender a seleção brasileira é algo muito sagrado pra mim e ir sem estar 100% não é conveniente pra mim e nem leal com o grupo, o qual respeito muito. Estamos estudando pra ver se vou conseguir chegar 100%. Se não for pra estar lá 100% deverei ser cortado. Se não for agora será depois. O trabalho vai continuar”, garantiu o lateral do São Paulo.

Mesmo depois de 41 títulos conquistados na carreira, Daniel falou sobre disputar e vencer uma Copa do Mundo.

“A Copa do Mundo é o grande desafio do jogador de futebol. É um momento muito especial. Lembro de uma conversa que tive com o Buffon e falei para ele que uma Liga dos Campeões agrada um pequeno setor, uma Copa do Mundo agrada uma nação. Daí da pra ver a importância da conquista. É um objetivo pendente que tenho e, em um dos meus melhores momentos, não pude estar (em 2018). Penso que em algum momento o Brasil vai ser campeão novamente, tomara que seja comigo. É o título a ser conquistado”, finalizou.

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